Botijões são retirados de escolas de PG

Secretaria de Educação também pede que a comunidade fique atenta e que entre em contato a Guarda ou a PM.
A que ponto chega à ousadia dos ladrões? Em Ponta Grossa, depois de atacarem as Unidades Básicas de Saúde (UBS) - foram pelo menos cinco neste ano e um prejuízo de R$ 250 mil anualmente para consertos e reposição de materiais roubados e danificados - eles resolveram investir na rede municipal de ensino.
Os criminosos passaram a não perdoar sequer os botijões de gás instalados nas escolas para garantir a merenda dos mais de 30 mil alunos. Somente em 2016, 32 casos foram registrados – uma média de dois furtos por mês. Das mais de cem instituições do município, 16 viraram alvo dos criminosos.
O jeito foi tomar medidas mais drásticas durante o período de férias que começa a partir de amanhã, trazendo com ele uma época em que a circulação de estudantes, pais e funcionários é reduzida nas escolas.
De acordo com a assessoria de imprensa da Prefeitura, responsável pela Secretaria de Educação, as diretoras de todas as escolas e Centros Municipais de Educação Infantil (Cmeis) foram orientadas pela pasta para que realizassem o recolhimento dos cilindros para locais mais seguros, a fim de evitar novos furtos.
Em casos mais extremos, os fornecedores foram acionados para que façam a retirada dos botijões – isso já ocorreu em algumas unidades. A devolução deve ocorrer apenas quando os funcionários retomarem o expediente no ano que vem.
A Secretaria também pede que a comunidade fique atenta aos locais, e que entre em contato com a Guarda Municipal (GM) ou a Polícia Militar (PM) caso note alguma movimentação estranha nas escolas durante as férias. Os telefones são os seguintes: 190, 153 ou 0800 643 2626.
UPA também enfrenta problemas com vandalismo
Atos de vandalismo e falta de cuidado com o patrimônio público também problemas enfrentados praticamente todos os dias na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) e Pronto Atendimento Infantil (PAI) do Santa Paula. Cadeiras danificadas, assentos de vasos sanitários quebrados, adesivos de sinalização arrancados e até mesmo pequenos furtos são alguns exemplos que custam aproximadamente 25 mil reais por ano para o município.De acordo com a assistente social da unidade, Andriele Galvão, que é responsável pelo Serviço de Atendimento ao Usuário, há casos em que o paciente depreda o bem público de forma proposital, por contestar o atendimento médico ou o sistema de classificação de risco, que prioriza o atendimento para pacientes com casos mais graves.





















