PG discutirá plano de segurança municipal em 2017
Secretário de Cidadania e Segurança Pública foi o primeiro a ter a continuidade confirmada no segundo mandato de Rangel

Secretário de Cidadania e Segurança Pública foi o primeiro a ter a continuidade confirmada no segundo mandato de Rangel
Ary Lovato assumiu a Secretaria Municipal de Cidadania e Segurança Pública (SMCSP) em 2013 e foi oprimeiro secretário confirmado pelo prefeito Marcelo Rangel (PPS) paracontinuar no cargo. Militar de carreira, Lovato não tem filiação política e acredita ter conseguido “implementar um pouco da Caserna” na atuação da Secretaria. Com a continuidade garantida no cargo, Ary tem como metas a apresentação de um Plano Municipal de Segurança e a criação de um Consórcio de Segurança dos Campos Gerais.
Lovato explica que mesmo diante dos avanços “notáveis” tidos na área de segurança nos últimos quatro anos, um Plano Municipal discutido junto com a sociedade poderia melhorar ainda mais o setor. “Queremos criar diretrizes para organizar a segurança no município, por isso discutir esse plano com a sociedade e traçar metas e objetivos para os próximos avanços é algo fundamental”, contou Lovato.
O secretário afirma que o Plano deverá ser apresentado publicamente ainda no primeiro trimestre de 2017 e será debatido com a comunidade e sociedade civil organizada. “Esse documento também trará indicações para o trabalho de órgãos ligados à Secretaria, como é o caso da Guarda Municipal, Defesa Civil e do Procon”, contou Lovato. O documento já vem sendo elaborado por profissionais da SMCSP há seis meses.
A partir de 2017 Lovato também quer discutir a criação de um consórcio de Segurança Pública nos Campos Gerais. A ideia do secretário é fazer com que municípios com populações menores tenham também possam contar com uma Guarda Municipal. “Nós temos um centro de formação de guardas municipais reconhecido nacionalmente, poderíamos formar profissionais para trabalhar em outros municípios”, contou Lovato.
De acordo com o secretário, a lei que rege a atuação das Guardas Municipais prevê que cidades com populações menores possam ter órgãos do tipo, desde que a gerência seja regionalizada. “Conversei com vários prefeitos eleitos na região e todos se mostraram receptivos a ideia e a possibilidade de ter uma estrutura dessa em suas respectivas cidades”, argumentou Lovato.





















