Amor platônico pode ter causado morte de engenheira
A família de Cristina Czelusniak acredita que a morte da engenheira tenha sido causada por um amor não correspondido. Cristina era formada em Engenharia de Alimentos pela Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG) e foi encontrada morta com quatro tiros na cidade de Rio Verde, no interior de Goiás.
O autor do crime seria Uilton José Silva Reis, um amigo de trabalho de Cristina - a primeira informação é de que os dois formariam um casal, mas o fato foi desmentido pela família de Cristina. "Ele era cadeirante e a Cristina sempre foi muito atenciosa. Por isso ele pode ter criado uma paixão platônica por ela e não ter sido correspondido", conta Luciana Czelusniak, irmã mais velha da engenheira.
Crime teria sido premeditado
A Polícia Civil de Goiás tem fortes suspeitas de que o crime foi premeditado - a engenheira foi encontrada morta na casa de Uilton, na cidade de Rio Verde, interior de Goias. Cristina foi morta com quatro tiros e como a arma foi encontrada sobre o corpo de Uilton, os indícios mais fortes levam a crer que ele matou a engenheira e depois cometeu suicídio.
Segundo informações da família de Cristina, a Polícia de Goiás encontrou documentos e cartas de despedida deixadas por Uilton. "Ele [Uilton] tinha deixado bilhetes e cartas de despedida na empresa dizendo que ia cometer uma bobagem e pedindo perdão pelo que iria fazer", conta Luciana.
Família desmente relacionamento
As primeiras informações sobre o crime davam conta de que Cristina e Uilton formassem um casal - a informação foi desmentida pela família da pontagrossense. Segundo a irmã, Luciana, Cristina tinha o mesmo círculo de amigos que Uilton e eles eram "colegas de trabalho".
Luciana também conta que Cristina pode ter dado "uma atenção a mais" ao rapaz por ele ser cadeirante, mas nega qualquer relacionamento. "Minha irmã era solteira e ele fez isso por não ser correspondido. Ele nos tirou a Cristina de uma maneira brutal", desabafa Luciana.
Enterro gera comoção
A morte de Cristina causou comoção e revolta em Ponta Grossa. A engenheira será enterrada amanhã, às 10h, no Cemitério Jardim Paraíso.





















