Obras de ampliação do aeroporto de PG poderão ser iniciadas em 2017

Aproximadamente R$ 40 milhões devem ser investidos na ampliação do Aeroporto Santana.
Operando os voos comerciais entre Ponta Grossa e Campinas há mais de um mês, o Aeroporto Santana será ampliado. Com as verbas de aproximadamente R$ 40 milhões, destinadas pelo governo federal, já conformadas, o município aguarda o trâmite legal para haja a consolidação do projeto, que prevê a construção de um novo terminal de passageiros e um amplo estacionamento. Conforme explica o deputado Sandro Alex, o cronograma prevê a licitação em 2017, com o início das obras para 2018. Contudo, a intenção é agilizar esse processo, de modo que as construções das novas estruturas possam ser em um ano.
“Temos o projeto de ampliação aprovado pela SAC (Secretaria de Aviação Civil). Há aeroportos na lista que estão com dificuldades de licitar, então eu estou pedindo para o Ministro que a obra comece já em 2017. Falei isso ao presidente Temer e ele disse para eu falar com o ministro, que ele iria avisá-lo para liquidar isso”, informou Sandro Alex, garantindo que os recursos já estão garantidos, mas que a intenção é iniciar essas obras o quanto antes possível.
Mais do que essas construções, Sandro revelou a possibilidade de uma alteração no projeto, para que o Santana possa receber não só os turbohélice (ATR), mas também os jatos, como o Embraer, também operado pela Azul. “Já estamos trabalhando em cima disso (ampliar a pista). No projeto, na época, não tinha essa possibilidade, mas hoje a gente vê que, se tiver adequação, vai ser possível descer jato”, diz. Para isso, segundo ele, haveria a necessidade da remoção dos trilhos de trem próximos à cabeceira da pista.
Operacionalização por instrumentos é prioridade atual
Apesar da ampliação ser importante, o deputado afirma que a prioridade no momento do município é operacionalizar o voo, para que o ATR possa operar por instrumentos, evitando transtornos. O investimento seria de pouco mais de R$ 1 milhão. “Estamos precisando fazer essa instrumentalização e corremos para que consiga até março, porque no inverno fica complicado”, resume.





















