Rangel quer aumentar arrecadação | aRede
PUBLICIDADE

Rangel quer aumentar arrecadação

Prefeito reeleito refutou aumento de impostos municipais como IPTU, mas afirmou que buscará aumentar a arrecadação municipal nos próximos anos

Rangel conquistou a reeleição em 2016 e é o segundo gestor a ser reeleito na história do município
Rangel conquistou a reeleição em 2016 e é o segundo gestor a ser reeleito na história do município -

Afonso Verner

@Siga-me
Google Notícias facebook twitter twitter telegram whatsapp email

Prefeito reeleito refutou aumento de impostos municipais como IPTU, mas afirmou que buscará aumentar a arrecadação municipal nos próximos anos

O prefeito reeleito Marcelo Rangel (PPS) participou na sexta-feira (18) de uma entrevista ao vivo na redação do Jornal da Manhã e do portal aRede. O gestor, segundo prefeito reeleito da história de Ponta Grossa, afirmou que irá buscar “justiça fiscal” para aumentar a arrecadação da Prefeitura. No entanto, Marcelo refutou qualquer possibilidade de aumento de taxas municipais como o Imposto, Predial e Territorial Urbano (IPTU) e o Imposto sobre serviços (ISS).

Rangel foi reeleito no segundo turno com quase 100 mil votos e, a partir de 2017, quer utilizar o conhecimento adquirido na primeira gestão para administrar a cidade. “Conhecer os caminhos e os mecanismos do Poder Público é essencial para administrar a cidade diante de uma crise financeira e institucional tão profunda”, afirmou Marcelo. O prefeito garantiu que o caminho para superar a crise é potencializar a arrecadação de impostos.

“Vou fazer de tudo para que nosso orçamento seja compatível com o tamanho e a importância da nossa cidade”, afirmou o prefeito - Ponta Grossa tem um orçamento inferior a cidades do mesmo porte, como Maringá e Londrina. No entanto, Rangel garantiu que “não pretende” ampliar o valor de impostos ou taxas. “A população já tem sofrido muito com as ausências do Poder Público em várias áreas, acredito que aumentar impostos nesse momento vai prejudicar as pessoas que mais precisam do serviço público”, afirmou Rangel.

A busca pela “justiça fiscal” elencada por Rangel pode também ser potencializada pela busca da diminuição da chamada “dívida ativa” – valores de impostos devidos por munícipes e empresas. Recentemente o Supremo Tribunal Federal (STF) aprovou uma nova possibilidade de cobrança por parte do Poder Público e os Governos poderão “protestar” os munícipes endividados.

Rangel afirmou que, por hora, não pretende utilizar o mecanismo liberado pelo STF, mas terá como meta a ampliação do orçamento e o equilíbrio fiscal do município. “A Prefeitura em tempos de crise tem que oferecer serviços públicos para uma população que precisa, cada vez mais, da ajuda do Estado e pra isso nós precisamos de mais orçamento e mais verbas para atender melhor o cidadão”, conta Marcelo.

Para encontrar o “equilíbrio” nas finanças da Prefeitura, Rangel quer diminuir os cargos comissionados no Poder Municipal para enfrentar o período de crise. “Ajustar a máquina pública é fundamental para conseguir manter as contas da Prefeitura em dia”, afirma o prefeito. Rangel acredita ainda que a parceria mantida com o Governo Estadual e reatada com o Governo Federal serão “fundamentais” para esse objetivo. 

PUBLICIDADE

Conteúdo de marca

Quero divulgar right