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Descaso do IML aumenta o sofrimento de família

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| Autor: A Rede

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Irmãos, filhos e demais parentes de Maria Joana Vargas, de 76 anos, que morreu no início da noite de quarta-feira (08) no Hospital Bom Jesus, estão indignados com o serviço prestado pelo Instituto Médico Legal de Ponta Grossa. A idosa morreu em decorrência de uma queda que sofreu às 17h55 de ontem, mas seu corpo só foi liberado no início da manhã de hoje. Seu corpo foi levado para o IML, por conta da causa da morte, e ficou retido por falta de médico plantonista, que segundo a família não se dispôs em vir de Palmeira, cidade em que reside, para liberar o corpo. Os familiares denunciaram que fizeram uma vigília em frente do Instituto e chegaram a ligar para o médico plantonista, Roberto Bragagnolo, que teria dado uma desculpa insatisfatória.

Segundo o filho da idosa, Dartanhan Vargas, o corpo foi recolhido pelo IML. Desde então, familiares aguardaram a liberação para o velório. Porém começaram a ficar insatisfeitos pela demora na liberação. Perguntaram para funcionários, que disseram que o médico plantonista não estava, portanto, somente com seu aval poderiam liberar o corpo. O problema é que o médico reside Palmeira, cidade cerca de 45 quilômetros de Ponta Grossa.

Segundo os familiares, o médico teria dito que estava dormindo e que se possível iria assinar o laudo de liberação às 4 horas da manhã. De acordo com o apurado por nossa reportagem, o corpo foi liberado apenas às 6 horas da manhã desta quinta-feira, segundo o laudo oficial. Porém, a família não foi avisada. Somente por volta das 9h20 que a funerária foi fazer o translado do corpo até a capela mortuária central.

Leia o editorial do JM sobre o assunto

http://jornaldamanha.arede.info/editorial/iml-e-o-retrato-do-abandono/

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