Suspeito de homicídio na Ronda nega autoria | aRede
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Suspeito de homicídio na Ronda nega autoria

Criminoso foi detido na quarta-feira na Praça Barão de Guaraúna e prestou depoimento na tarde desta quinta-feira (17).

Corpo foi encontrado na Ronda
Corpo foi encontrado na Ronda -

Criminoso foi detido na quarta-feira na Praça Barão de Guaraúna e prestou depoimento na tarde desta quinta-feira (17).

O suspeito de matar Maria Rosilda Rodrigues, de 39 anos, no último dia 14, em Ponta Grossa, prestou depoimento na tarde de hoje (17), na 13ª Subdivisão Policia, para o delegado Fernando Jasinski. O suspeito negou a participação no crime de Maria quando foi interrogado. Contudo, o delegado encontrou inconsistências no depoimento do indivíduo, que afirmou que estava com a vítima durante o dia anterior a crime, mas que não esteve com ela durante o período da noite, quando ocorreu o crime. O suspeito seguirá preso provisoriamente por 30 dias.

O rapaz de 25 anos foi detido pelos policiais na Praça Barão de Guaraúna, no Centro, por volta de 18 horas. Tanto a vítima quanto o suspeito são andarilhos e uma discussão por causa da divisão de drogas motivou o homicídio, segundo a Polícia Civil.

Testemunhas ajudaram a Polícia a elucidar o caso. Uma pessoa, ouvida pelas equipes do Setor de Homicídio, viu o momento que Maria Rosilda foi atingida por um tijolo na cabeça. O suspeito tentou abusar sexualmente da vítima, de acordo com o delegado Fernando Jasinski. “Ela resistiu, então o suspeito tentou asfixiar ela com a manga de uma camisa”, explica o delegado.  “Precisamos elogiar o trabalho célebre do Ministério Público e do Judiciário. Foi feito um trabalho ágil que possibilitou que realizássemos a prisão”, conta Jasinski.

 O corpo de Maria Rosilda Rodrigues foi encontrado num terreno baldio no começo da tarde do último dia 14, na Rua Bolívia, bairro Ronda. Ela apresentava, além de sinais de ferimentos causados por pedras na cabeça, sinais de sufocamento no pescoço da vítima. O corpo foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML) de Ponta Grossa. A possibilidade da vítima ter sido abusada sexualmente antes de ser assassinada ainda deve ser confirmada por um exame realizado pelo órgão.

Taxa de elucidação chega a 91,5%

O trabalho do Setor de Homicídios da 13ª Subdivisão Policial volta a surtir efeitos nas estatísticas de crimes no município. Em 2016, 91,5% dos homicídios que aconteceram em Ponta Grossa foram elucidados pela Polícia Civil. Em 2015, 84,4% dos crimes do gênero foram elucidados no município. Elucidar um crime é chegar à conclusão final de uma investigação, presidida pelo delegado de polícia, com auxílio de seus agentes (demais policiais, dentre os quais investigadores, escrivães, papiloscopistas, peritos, etc.) onde tudo é vasculhado, desde as pistas mais óbvias até os detalhes sutis da cena, assim, todas as dúvidas são desvendadas até se descobrir a identidade do suspeito.

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