PG gera 294 vagas de emprego e tem o 2º melhor saldo do PR

Entre os oito setores da economia, em sete o saldo foi positivo no mês de setembro. Serviços é o setor que mais gerou vagas.
O município de Ponta Grossa destacou-se como um dos que mais gerou vagas de trabalho no mês de setembro entre todas as cidades do Paraná. Números revelados nesta quarta-feira pelo Ministério do Trabalho, através do levantamento mensal do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), mostram que o saldo entre trabalhadores admitidos e desligados foi de 294 positivos. É o segundo melhor desempenho no Estado neste mês, atrás apenas de Foz do Iguaçu, onde o saldo foi de 312 vagas.
Cabe destacar que entre as oito subdivisões apresentadas, entre os setores, apenas um foi negativo, o da extrativa mineral, onde três postos de trabalho foram fechados. Entre os sete positivos, os que mais se destacaram foram os setores de serviços (178 trabalhadores inseridos), a indústria (com 70 inseridos), e o comércio (28 positivos). O desempenho municipal segue a tendência de melhora no cenário nacional e recuperação estadual. No Brasil, por exemplo, houve a perda de 39.282 postos de trabalho, valor menor que o registrado em setembro do ano passado, quando foram perdidos 95.602 empregos formais.
No Paraná, por sua vez, o saldo ficou positivo neste mês de setembro. São 402 novas vagas geradas, impulsionadas pela criação de 996 postos no comércio, 525 no setor de serviços e 457 na indústria. “Se analisar que há essas outras cidades grandes com saldo negativo, nota-se que, realmente, por esse ciclo de industrialização e investimentos, Ponta Grossa tem se destacado. Estamos, praticamente, com o saldo positivo em 2016, e retomando os empregos perdidos no passado”, declara o Secretário de Indústria, Comércio e Qualificação Profissional, Paulo Carbonar.
Ao comprar os números locais com os estaduais, ele repara que as vagas geradas localmente representam quase 70% do saldo do Estado. Questionado sobre uma possível sazonalidade, em função da proximidade com o final do ano, Carbonar tem uma visão diferente. “Sazonal seria o comércio. Se analisar que, para cada vaga na indústria, gera 3 ou 4 na prestação de serviço, isso pode ser reflexo da própria industrialização” assegura, lembrando que, somando nos últimos dois meses, são quase 200 vagas criadas na indústria.





















