Familiares de presos exigem informações da polícia

Após a notícia da rebelião na Cadeia Pública Hildebrando de Souza, familiares dos detentos foram até a porta do cadeião para exigir informações sobre a situação no local. Eles questionam os policiais que fazem o isolamento da área e querem informações sobre os parentes presos. A preocupação da família é que exista alguém ferido. Também existe o medo de um possível confronto entre presos e policiais.
A rebelião começou por volta das 11 horas desta quarta-feira (16), quando agentes carcerários faziam a triagem dos presos. Um dos agentes foi capturado pelos detentos e feito refém. Para evitar uma fuga em massa, a cela foi fechada por um policial que acompanhava a triagem. Os presos fazem exigências para libertar o funcionário do cadeião. A polícia aguarda a chegada do Bope de Curitiba para fazer as negociações. As primeiras conversas com os presos, ainda sem a presença do Pelotão de Elite da PM, indicam que os detentos não têm intenção de machucar o refém.
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Situação precária
A situação do presídio é precária – a unidade abriga quase 600 detentos, mas a capacidade máxima é de apenas 208 pessoas. O portal aRede já noticiou, em diversas oportunidades, os riscos que a superlotação traz aos agentes e detentos presos da Unidade.
Defensoria quer liberação
A Defensoria Pública do Estado do Paraná também já denunciou a situação no presídio e chegou a pedir a liberação dos presos que excedem a capacidade do Hildebrando. A superlotação das carceragens também acontece em outras cidades da região, como é o caso de Castro.





















