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TJ reduz pena de homem que matou a modelo Agda

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Gabriel Sartini

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Mais um capítulo do ‘caso Agda’ se encerrou. O Tribunal de Justiça do Paraná considerou improcedente o pedido da defesa de Jean Carlos de Oliveira Pinto que, depois do julgamento protocolou um pedido junto ao poder judiciário pedindo a nulidade do tribunal do júri, no entanto, o TJ optou pela redução da sentença de Jean Carlos. O réu, que havia sido condenado a 22 anos de reclusão em regime fechado, teve a pena reduzida para 18 anos e 6 meses de reclusão.

Segundo o processo, a defesa de Jean Carlos, realizada pelo advogado César Antônio Gasparetto, pediu a nulidade do julgamento, por entender que o Ministério Público violou um dos artigos do Código Processual Penal e, também, por entender que a decisão do julgamento, foi contrária às provas do processo. Em contrapartida, o Ministério Público, representado pelo promotor Fábio Grade, e pelo assistente de acusação Ângelo Pilatti Júnior, representando Rosani Aparecida de Lima, mãe de Agda, apresentaram as contra argumentações do recurso, demonstrando que tal nulidade não ocorreu e a decisão de mérito foi correta.

O chamado ‘Caso Agda’ é um dos crimes de maior clamor social dos últimos anos em Ponta Grossa. A modelo Agda de Fátima Rocha, que tinha 20 anos na época do crime, foi encontrada morta dentro de casa, no núcleo Pimentel, no dia 19 de setembro de 2011. As investigações, realizadas pelo Setor de Homicídios da 13ª Subdivisão Policial (SDP), concluíram que Jean é único suspeito dos crimes. O laudo sobre a causa da morte da modelo aponta que Agda foi sufocada e sofreu violência sexual.

Informações do Jornal da Manhã.

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