PG estuda novo modelo de Parque Ecotecnológico

Objetivo é modernizar o modelo e propiciar o desenvolvimento dos projetos deste as ‘startups’.
O governo municipal pretende alterar o projeto de idealização do Parque Ecotecnológico de Ponta Grossa. Devido ao tempo decorrido desde a sua idealização, ainda na década passada, a mudança na estruturação dos projetos e nos rumos do mercado, demanda de um novo pensamento para a área, já que o setor de Tecnologia da Informação é muito dinâmico. Pensando nessa reestruturação, uma reunião será marcada para os próximos dias pela prefeitura, através da Secretaria de Indústria, Comércio e Qualificação Profissional, para avaliar as sugestões apresentadas. Participarão desse debate representantes das universidades (UEPG, UTFPR), do Sebrae, do Arranjo Produtivo Local (APL), entre outros.
“Hoje é um outro modelo de negócio. Estamos tentando desenhar uma nova lei, contemplando os espaços para doação de áreas para a instalação de indústrias desse ramo de tecnologia da informação, mas sem deixar de lado os modelos de incubadoras e startups”, resume Paulo Carbonar, Secretário de Indústria, Comércio e Qualificação Profissional. Para que haja essa alteração, ele informa que a secretaria vem estudando outros modelos de parques tecnológicos, mais contemporâneos. Na cidade de Londrina, por exemplo, onde há um grande polo tecnológico, Carbonar destaca que é um modelo bastante diferente do inicialmente desenhado para Ponta Grossa.
“É diferente do com doação de áreas como aqui; é um modelo mais trabalhado junto com universidades e com o Sebrae”, explica. Segundo ele, esse modelo permite a evolução desde a ideia, iniciando com uma startup, passando para as incubadoras, depois recebendo o aporte de investidores anjos. Essa ideia de cadeia de negócios, permitindo o desenvolvimento do projeto, que será buscada para o parque ponta-grossense. Idealizado em 2008, em uma área localizada ao lado da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR), leis municipais já asseguraram a doação de áreas para oito empresas diferentes.
O investimento planejado por parte destas empresas era de mais de R$ 7 milhões. O espaço poderá receber a instalação de mais de 100 empresas.





















