Família pede rigor da Polícia e punição aos assassinos
A família de Rodrigo Carneiro da Silva diz que o empresário foi assassinado e pede que os envolvidos no caso sejam punidos pela justiça. Para o irmão do empresário, Ângelo Carneiro da Silva, Rodrigo só foi morto porque não reagiu a agressão e porque os agressores foram covardes com a vítima.
Rodrigo morreu depois de uma briga na esquina das ruas Balduino Taques e Saldanha Marinho, na região Central de Ponta Grossa - o crime aconteceu na madrugada de segunda-feira (24/03), por volta das 2h20 . "O grupo que agrediu o meu irmão voltou para o posto e continuou bebendo, como se nada tivesse acontecido, e ninguém prendeu os rapazes, nem mesmo os abordou", criticou Ângelo.
Dois suspeitos de envolvimento no caso prestaram depoimento hoje na 13ª Subdivisão Policial da cidade. Eder Fabiano Maior e Rafael Vito da Silva foram até a delegacia para prestar esclarecimentos sobre a confusão. Apenas Eder teria agredido, efetivamente, o empresário Rodrigo, já Rafael apenas estaria presente no momento da confusão e não teria participado das agressões.
Segundo a delegada Tania Sviercoski, responsável pelo Setor de Homicídios da 13ª SDP, Eder deve ser indiciado por homicídio - já que de acordo com a delegada, o grupo assumiu a intenção e o risco de matar o empresário. A Polícia Civil segue investigando o caso e ainda procura identificar os outros envolvidos na confusão.
O laudo do Instituto Médico Legal (IML) aponta que Rodrigo morreu depois de sofrer uma "fratura na coluna cervical" provocada por uma agressão. O empresário chegou a ser socorrido por uma equipe do Siate. Rodrigo tinha 29 anos, deixou dois filhos e foi enterrado na manhã de hoje no cemitério Campos Gerais.





















