Vítima de atropelamento em PG acorda e pede pela mãe
Criança de quatro anos apresentou melhoras no quadro clínico e já respira sem ajuda de aparelhos. Vítima foi atropelada em frente ao Colégio Meneleu no domingo (02).

Criança de quatro anos apresentou melhoras no quadro clínico e já respira sem ajuda de aparelhos. Vítima foi atropelada em frente ao Colégio Meneleu no domingo (02).
A menina de quatro anos atropelada na tarde de domingo (02) em frente ao Colégio Estadual Professor Meneleu de Almeida Torres, em Ponta Grossa, apresentou melhoras significativas no quadro clínico. Ela segue internada na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Universitário (HU) Regional dos Campos Gerais, mas já está sem sedação e respira sem ajuda de aparelhos.
O acidente foi registrado por volta das 16 horas de domingo (02). A menina foi atropelada por um Chevrolet Corsa em frente ao ‘Meneleu’, um dos principais colégios eleitorais do Jardim Carvalho, durante a tarde de eleições. Populares presenciaram o acidente e tentaram agredir o motorista e o passageiro do veículo, que fugiram do local. O carro acabou depredado.
A criança foi encaminhada por terceiros para o Hospital Bom Jesus e, por conta dos ferimentos graves, acabou transferida ao HU. Ela passou dois dias sedada, mas apresentou melhoras significativas no quadro clínico e acordou – a criança teria aberto os olhos e pedido pela presença da mãe.
Os médicos seguem observando a vítima devido ao traumatismo craniano causado pelo atropelamento. Ainda não há previsão de alta.
Suspeito
O condutor do Chevrolet Corsa que teria atropelado a criança de quatro anos se apresentou à Polícia Civil na manhã de segunda-feira (03). O rapaz de 21 anos compareceu a 13ª Subdivisão Policial (SDP) por volta das 11 horas na presença de um advogado. A informação foi repassada pelo delegado Fernando Jasinski.
Segundo o delegado, durante o depoimento, o motorista afirmou que participava do aniversário do avô de 85 anos de idade quando sua mãe solicitou que ele e um primo fossem até um estabelecimento comercial para comprar cerveja. “Na volta, acabou acontecendo o acidente em frente à residência onde a criança mora. Ele disse que tentou frear, mas não conseguiu”, contou Jasinski. “Ele negou que estaria embriagado”, completou. O delegado afirmou que as cervejas foram apreendidas e que as embalagens estavam intactas.
Após ser ouvido, o rapaz foi liberado por não configurar flagrante. Um inquérito policial será instaurado para apurar uma possível embriaguez ao volante e a lesão corporal motivada por veículo automotor.





















