Samu opera com menos da metade da frota em PG
Serviço possui três ambulâncias e funcionamento, enquanto quatro estão em manutenção. Demora para a reposição dos veículos teria ligação com dívida de R$ 1 milhão.

Serviço possui três ambulâncias e funcionamento, enquanto quatro estão em manutenção. Demora para a reposição dos veículos teria ligação com dívida de R$ 1 milhão.
Uma denúncia anônima que chegou por telefone à redação do Jornal da Manhã revela que o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) de Ponta Grossa enfrenta problemas graves em relação a frota de ambulâncias. Procurado para prestar esclarecimentos, o diretor técnico do Samu, Delmar Pimentel Júnior, buscou desmentir a informação. “O que temos atualmente são três ambulâncias em funcionamento e quatro em manutenção. As que estão no conserto estão com vazamento de óleo e problemas no motor devido ao uso constante”, justificou. A demora para a reposição dos veículos teria como pano de fundo uma dívida que ultrapassa R$ 1 milhão com a prestadora do serviço.
O responsável também desmentiu que uma Kombi estaria sendo usada para dar atendimento a casos de urgência, mesmo não sendo equipada para esse fim. “Utilizamos esse veículo apenas para transportes de pacientes, não para atendimento direto”, rebateu. “O Samu está operando normalmente no município”, completou.
Apesar da declaração, fontes ligadas ao órgão afirmam que a situação não é tão tranquila quanto parece. “A Kombi está sendo utilizada sim, pois não existem outras ambulâncias para substituírem as que estão paradas”, revelou. A identidade não será revelada.





















