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Vistoria define retorno das aulas no 'Elzira'

Maioria dos 600 alunos da instituição de ensino volta para o colégio na terça-feira (4). Já os estudantes que teriam aulas nas partes destruídas devem retornar na quarta (5) ou quinta-feira (6).

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Andre Packer

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Maioria dos 600 alunos da instituição de ensino volta para o colégio na terça-feira (4). Já os estudantes que teriam aulas nas partes destruídas devem retornar na quarta (5) ou quinta-feira (6).

              O Núcleo Regional de Educação de Ponta Grossa e uma Comitiva da Secretaria de Estado da Educação realizaram uma vistoria no Colégio Estadual Professora Elzira Correia de Sá, atingido por um incêndio na noite do último sábado (1°), na manhã desta segunda-feira (3). Às 9 horas, os profissionais se reuniram para avaliar os estragos e estabelecer que medidas serão tomadas em relação aos alunos que receberiam aulas nas salas que foram destruídas pelo fogo.

                As aulas nesta segunda estão suspensas, mas a maioria dos 600 alunos da instituição de ensino, volta para o colégio na terça-feira (4). Já os estudantes que teriam aulas nas partes destruídas pelo fogo, devem retornar para a escola na quarta (5) ou quinta-feira (6), segundo a chefe do Núcleo Regional de Educação, Maria Izabel Vieira. Assim que a iluminação for estabelecida e alguns reparos forem feitos, as aulas retornam.

                “O bloco superior continua sem aula. Com isso, cerca de 280 alunos ficam sem aulas”, aponta o diretor Antônio Henrique Feld. Ele explicou que a vistoria realizada na manhã de hoje serve para agilizar a realização de uma licitação de emergência. Com isso, o professor espera resolver os principais problemas causados pelo incêndio em até 60 dias.

                Feld explica que o incêndio começou em um depósito de madeira onde estavam armazenadas novas carteiras. “Esse depósito é de madeira, então o fogo se espalhou facilmente. Foram muitos vidros quebrados, portas queimadas e o laboratório dos cursos técnicos de farmácia e análises clínicas foram totalmente destruídos”, aponta o professor.

                Segundo a professora Maria Izabel Vieira, um projeto de aulas no contra turno deve garantir que os 280 alunos não sejam prejudicados pela falta das salas.

Início do incêndio

                A suspeita do diretor Antônio Henrique Feld é de que o incêndio tenha sido criminoso. Moradores da região garantiram que viram um grupo de quatro rapazes pulando o muro do colégio minutos antes do início do incêndio.

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