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Autor de morte na porta da igreja pega 18 anos de cadeia em PG

Caminhoneiro saia de um culto em uma igreja evangélica quando levou dois tiros.

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Caminhoneiro saia de um culto em uma igreja evangélica quando levou dois tiros.

O homem denunciado pelo Ministério Público pela execução do caminhoneiro Antônio Bartozsweski, 52, foi considerado culpado, pelo Conselho de Sentença, durante o julgamento ocorrido ontem, no Fórum Criminal de Ponta Grossa. Jhonatan dos Anjos pegou 18 anos e 9 meses em regime fechado. A sentença é do juiz Luiz Bittencourt.

O assassinato aconteceu no dia 28 de maio do ano passado.  O caminhoneiro saia de um culto em uma igreja evangélica, localizada na Rua Naldi Teixeira, no Jardim La Fiori, quando foi ferido dois tiros na região do tórax. A partir de uma denúncia anônima, a equipe policial conseguiu localizar Jhonatan que confessou o crime e apontou Antônio Bartozsweski  Júnior como sendo mandante. “Nós conseguimos localizar o executor que disse que recebeu R$ 1.500 para cometer o crime”, explicou, à época, a delegada Tânia Sviercoski.

No júri desta quinta-feira, os jurados reconheceram as duas qualificadoras (recurso que dificultou a defesa da vítima e crime praticado mediante paga ou promessa de recompensa) para emitir opinião em relação à condenação de Jhonatan. Quanto a Antonio Júnior, ele ainda não foi julgado, pois recorreu da sentença de pronúncia. Os dois estão presos.

Atuou na acusação o promotor Adolfo Vaz da Silva. O advogado assistente de acusação contratado pelos familiares da vítima foi Carlos Alberto Rodrigues Silva. Evandro Palinski trabalhou como advogado de defesa.

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