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MEC renova reconhecimento de curso das Faculdades PG

Curso Tecnológico de Produção Publicitária teve o reconhecimento renovado pelo Ministério da Educação.

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Curso Tecnológico de Produção Publicitária teve o reconhecimento renovado pelo Ministério da Educação.

O Diário Oficial da União publicou, esta semana, a Portaria nº 503 do Ministério da Educação que renova o reconhecimento do Curso Tecnológico de Produção Publicitária das Faculdades Ponta Grossa. A renovação do curso ocorreu após a visita do MEC que avaliou, a partir de critérios pré-determinados, a qualidade da educação, do corpo docente e da infraestrutura.

A grande vantagem do curso é o período de duração, de dois anos e meio, o que significa economia de tempo para aqueles que querem uma entrada mais rápida no mercado de trabalho. “A pedagogia do curso é voltada diretamente para prática e o aluno aprende produzindo. Nós temos estúdios de fotografia, de TV, de rádio, laboratórios de informática e a Agência experimental Qtar, que oferece aos estudantes a chance de ingressar no mercado de trabalho durante a graduação”, explicou o coordenador do curso de Produção Publicitária, João Carlos Dias de Oliveira.

“Quando entrei na Qtar só sabia o básico e fui aprendendo muitas técnicas com o passar do tempo. A agência experimental como extensão do curso prepara muito bem o acadêmico para o mercado de trabalho. Na agência experimental adquirimos experiência para o mundo ‘lá fora’ e, por ser um projeto da faculdade, nos sentimos seguros de trabalhar sem termos experiência ainda”, contou a acadêmica Danielle Godoy.

Para o aluno e diretor de arte, Paulo Henrique Cavagnari, “A Qtar é um excelente espaço para aprender na prática a rotina de uma agência, que vai desde a criação até o resultado final de uma campanha publicitária. Os acadêmicos podem ver suas peças veiculadas em diversas mídias, inclusive na televisão, o que ajuda o acadêmico sem experiência a montar seu primeiro portfólio e dar entrada no mercado”, afirmou.

“Passei sete meses na Qtar criando textos, peças institucionais, trabalhando com fotografia, filmes e até mesmo com eventos. Absorvi tudo que foi possível nesse período e ao fim do meu contrato, fui chamado para trabalhar como diretor de arte em uma agência da cidade. Certamente a Agência experimental é o melhor lugar para se começar a carreira, um ambiente de profunda imersão no aprendizado, onde se coloca em prática tudo que se estuda em sala de aula”, finalizou Cavagnari.

Informações da Assessoria de Imprensa.

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