Evangélico de PG não inicia obras e reabertura é incerta | aRede
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Evangélico de PG não inicia obras e reabertura é incerta

Obras ainda não iniciaram e futuro do Evangélico é incerto
Obras ainda não iniciaram e futuro do Evangélico é incerto -

Daniel Petroski

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Após mais de três meses da suspensão dos atendimentos no Hospital Evangélico, a promessa de reforma do prédio ainda não saiu do papel.

A suspensão dos atendimentos no Hospital Evangélico de Ponta Grossa em junho deste ano e a promessa de reforma no prédio construído na década de 1960 seguem sem muitos avanços. Já se passaram pouco mais de três meses e a diretoria da Sociedade Evangélica Beneficente de Ponta Grossa (SEBPG) ainda avalia o projeto arquitetônico para dar início às obras.

Na época, ventilou-se a necessidade de adequações da estrutura física, como a reforma completa do Centro Cirúrgico; a modernização dos equipamentos e a revitalização da equipe técnica, além da negociação de formas para incrementar os repasses praticados pelo governo, buscando o equilíbrio econômico. “O Hospital Evangélico de Ponta Grossa teve sua estrutura construída na década de 60, iniciando suas atividades em meados de 1980 prestando serviço de excelência nesta cidade no âmbito hospitalar na especialidade de Ginecologia e Obstetrícia como principal maternidade da cidade, porém ao longo dos anos novas exigências legais e sanitárias foram regulamentadas e hoje sua estrutura física apresenta-se em discordância com alguns aspectos atualmente exigidos, necessitando, portanto passar por reformas e ampliações para que novamente possa ser um serviço de referência”, afirmava uma nota enviada aos veículos de comunicação.

Desde que a unidade fechou as portas, parte da demanda – 900 consultas ambulatórias, em média, por mês, e 300 partos – foi absorvida pela nova maternidade do Hospital Universitário Regional dos Campos Gerais (HU), vinculado a Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG). A estrutura foi inaugurada em maio. No antigo prédio do Evangélico continuam ocorrendo apenas os trabalhos administrativos da mantenedora.

A única novidade até o momento, confirmada pela 3ª Regional de Saúde, foi o encerramento do contrato existente junto ao governo do Estado, estabelecendo o descredenciamento do Hospital do Sistema Único de Saúde (SUS) - 93% dos atendimentos na unidade eram de pacientes do sistema público. Fora o HU, ainda há atendimento para grávidas no município no Hospital Santa Casa de Misericórdia e na Maternidade Sant’ana.

HU realizou quase 150 partos

Apenas no primeiro mês de funcionamento da maternidade do HU foram realizados 147 partos – 83 de meninos e 64 de meninas. O primeiro bebê a nascer no local foi  Lucas Emanuel Marcondes. Instalada no 4º andar do prédio, tendo sala de acolhimento, quarto de observação e quartos de internamento, com até dois leitos e dois berços por quarto, a maternidade possui 32 leitos. No mesmo andar fica o berçário, com técnico 24 horas exclusivamente para o atendimento e para o recebimento de até sete crianças.

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