Fenaban propõe reajuste de 7%, mas bancários rejeitam

Os bancários rejeitaram a nova proposta da Federação Nacional dos Bancos (Fenaban) e a greve continua. A Comissão Executiva Bancária Nacional de Negociação (CEBNN/CONTEC) se reuniu com a entidade que representa os banqueiros na manhã de ontem em São Paulo. A Fenaban propôs um novo reajuste de 7% nos salários, na participação em lucros e resultados (PLR) e nos auxílios refeição, alimentação, creche, e abono de R$ 3,3 mil.
“A greve continua e com possibilidade de expansão para outras cidades dos Campos Gerais”, diz o presidente do Sindicato dos Bancários de Ponta Grossa e região, Gilberto Leite.
Além de Ponta Grossa, que tem 100% das agências públicas e privadas fechadas, trabalhadores das cidades de Carambeí, Castro, Irati, Imbituva, Palmeira, Rebouças, Teixeira Soares e Ipiranga também aderiram à paralisação. A greve já atingiu mais de 40% das agências bancárias do país, segundo a Confederação Nacional dos Trabalhadores nas Empresas de Crédito. Em nota, Fenaban disse que a proposta “traduz o esforço dos bancos por uma negociação rápida e equilibrada”.
Bancários pedem reajuste salarial de 14,78%
Entre as principais reivindicações da categoria estão reajuste salarial de 14,78%, com 5% de aumento real, com inflação de 9,31%; participação nos lucros e resultados de três salários mais R$ 8.297,61; piso salarial de R$ 3.940,24; vales-alimentação; refeição, 13ª cesta e auxílio-creche/babá no valor do salário-mínimo nacional; 14º salário; fim das metas abusivas e assédio moral; fim das demissões e ampliação das contratações.





















