Comunidade define prioridades para obras em escolas da rede estadual

Pela região estão incluídas obras em escolas de Palmeira, Castro, Imbituva, Tibagi, Ivaí, Carambeí, Ipiranga, Piraí do Sul e São João do Triunfo.
Pintura, melhorias em quadras esportivas, muros e portões, reformas em banheiros, laboratórios, serviços na rede elétrica e hidráulica. Essas foram as principais escolhas da comunidade escolar, que na última semana definiu prioridades de obras em mil escolas da rede pública estadual.
Em Ponta Grossa, 21 instituição deverão receber melhorias. Entre essas está o Centro Estadual de Educação Profissional de Ponta Grossa, Colégio Estadual Colônia Dona Luiza e Colégio 31 de Março, todos com problemas na cobertura. Além disso, estão incluídas a Escola Estadual Ana Divanir Boratto e os colégios Dorah Gomes Dairschman, Eugênio Malanski, Senador Correia, Presidente Kennedy, Meneleu Torres, E.E.C de Vila Velha, Edson Pietrobelli, Monteiro Lobato, Dr. Munhoz da Rocha, Padre Carlos Zelesny, Polivalente, General Antônio Sampaio, Padre Arnaldo Jansen, João Ricardo Von Borell, Padre Pedro Grzelczaki, Sirley Jagas e Regente Feijó. Pela região estão incluídas obras em escolas de Palmeira, Castro, Imbituva, Tibagi, Ivaí, Carambeí, Ipiranga, Piraí do Sul e São João do Triunfo.
As audiências foram o passo inicial do programa Escola 1000, que será lançado oficialmente pelo governador Beto Richa no dia 27 de setembro. Cada escola receberá R$ 100 mil para fazer reparos e melhorias. “A ideia era ouvir a comunidade antes, para que as obras sejam escolhidas pela população”, explicou o chefe da Casa Civil, Valdir Rossoni.
A secretária de Estado da Educação, professora Ana Seres, avalia que as audiências públicas foram proveitosas. “O envolvimento e a participação de todos no dia a dia da escola é um dos pilares da nossa atuação. E ninguém melhor que os frequentadores da escola para apontarem o que é mais importante”, disse Ana Seres. Ela frisou também que os investimentos em educação, nos últimos anos, envolvem recursos humanos e questões pedagógicas, além da infraestrutura. “Considero que o aumento da hora-atividade, o tempo que o professor tem para corrigir trabalhos e provas, é um dos melhores avanços garantidos pela atual gestão”, disse.
A hora-atividade foi ampliada em 75% e com isso os professores da rede estadual têm um terço do seu tempo para atividades fora da classe. A cada 20 horas de trabalho, sete são reservadas à hora-atividade. “Isso é qualidade de vida para o profissional e mais qualidade de ensino dentro da sala”, comenta Ana Seres.
Quase a metade das 2,1 mil unidades da rede pública estadual será contemplada, beneficiando diretamente cerca de meio milhão de alunos, além de movimentar o comércio local com a contratação de serviços.
Orçamento mais que dobrou na Educação
O orçamento da Educação mais que dobrou nos últimos cinco anos no Paraná. De R$ 3,7 bilhões em 2010, evoluiu para uma previsão de R$ 7,8 bilhões em 2016. O número de professores e funcionários da rede pública estadual também aumentou, com a contratação, desde 2011, de mais 23 mil profissionais da educação (entre professores e servidores). Este ano foi aplicado o reajuste de 10,6% nos salários, assinada a nomeação de novos 296 professores concursados e estão em trâmite dois protocolos para realização de concursos públicos para funcionários de escolas.





















