Cesta básica de PG tem alta de 1,30% em julho
No último mês, o consumo dos 34 produtos que compõem a pesquisa passou de R$ 618,48 (valor apresentando em junho) para R$ 625,51.

No último mês, o consumo dos 34 produtos que compõem a pesquisa passou de R$ 618,48 (valor apresentando em junho) para R$ 625,51.
O custo médio da cesta básica do ponta-grossense registrou alta de 1,30% em julho, conforme o Núcleo de Políticas Públicas Rouger Miguel Vargas (NPPRMV), ligado à Pró-Reitoria de Extensão e Assuntos Culturais (Proex) da Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG). No último mês, o consumo dos 34 produtos que compõem a pesquisa passou de R$ 618,48 (valor apresentando em junho) para R$ 625,51.
O Índice Cesta Básica (ICB) é aferido mensalmente pela UEPG, com base nos hábitos de alimentação, higiene e limpeza, de famílias residentes em Ponta Grossa, com até três membros e renda de um a cinco salários mínimos. Os preços praticados na primeira semana de cada mês são comparados aos valores registados no mesmo período do mês anterior. O ICB não dever ser tomado como aferidor inflacionário, cujos cálculos consideram outros parâmetros da economia.
Na comparação com o salário mínimo nacional (R$ 880), segundo os técnicos da UEPG, em julho, para consumir todos os produtos da cesta básica, uma família com renda de um salário mínimo gastaria R$ 71,19% do seu orçamento. No caso de orçamentos familiares de dois a cinco salários mínimos, a despesa seria de 35,6%; 23,73%; 17,8%; e 14,24% do orçamento das respectivas famílias.
Observando a variação de preços no mês, os pesquisadores apontam para a elevação de preços de 15 produtos. Outros 19 itens tiveram redução de valores. A banana é considerada a ‘vilã’ do mês, com alta de 27,43%; a cebola teve a maior queda, 35,08%. Ambos pertencem ao grupo alimentação geral, cujos preços caíram 4,24%.
No item alimentação geral, os preços tiveram aumento de 3,12%. Os destaques do grupo vão para o extrato de tomate, cujos preços subiram 10,95%; e para o fermento, maior variação negativa, 3.81%. As carnes em geral tiveram majoração de 0,52%. No grupo, a maior variação positiva é da carne de frango. A carne bovina teve os prelos reduzidos em 2,66%.
Entre os produtos de higiene, os pesquisadores verificaram queda de valores, com índice médio de 0,51%. A maior alta no período é do desodorante, 4,26%; e a maior queda, o creme dental, com redução de 6,95%. Queda também na seção de limpeza, 0,76%. A maior alta foi do sabão em pó, 4,26%; e a maior queda no mês, o desinfetante, 5,39%
Variações
- Grupo que mais aumentou: Alimentação Geral - 3,12%
- Produto de maior elevação: Banana - 27,43%
- Grupo de maior queda: Hortifrutigranjeiros - 4,24%
- Produto de maior queda: Cebola - 35,08%
Informações da Assessoria de Imprensa.





















