Rangel e Elizabeth reúnem 12 partidos na busca pela reeleição
PPS, PP e PSB realizaram convenção tripla nessa segunda-feira para firmar a parceira entre Marcelo Rangel e Elizabeth Schmidt

PPS, PP e PSB realizaram convenção tripla nessa segunda-feira para firmar a parceira entre Marcelo Rangel e Elizabeth Schmidt
O prefeito Marcelo Rangel (PPS) deve contar com 12 partidos na busca pela reeleição em outubro. Na noite de ontem (01), Rangel teve a candidatura aprovada na convenção do PPS e apresentou a professora Elizabeth Schmidt como vice. O partido de Elizabeth, o PSB, e o Partido Progressista (PP), também realizam a convenção na noite dessa segunda-feira e reforçam o grupo que apoiará Marcelo em outubro.
Elizabeth foi secretária de Rangel e comandou as pastas de Administração e Recursos Humanos durante o mandato do atual prefeito – além de ter sido secretária de Cultura e Turismo na gestão de Péricles de Mello. Elizabeth lembro que o PSB sempre “quer ocupar espaços na disputa política” e afirmou confiar no projeto político de Marcelo para os próximos quatro anos.
“Sai do governo em tempo hábil para concorrer ao cargo de vice ou de prefeita, mas caso fosse me aliar só poderia estar ao lado do Marcelo, afinal fui funcionária de confiança dele e sempre tivemos uma boa relação”, ressaltou Elizabeth. O PSB, partido da ex-secretária, se manteve na base do prefeito Marcelo Rangel durante os últimos quatro anos. “Tivemos uma boa parceria e acreditamos num futuro para a cidade”, pondera a professora.
Elizabeth lembra que o PSB “é um partido de história” nas disputas por cargos no Poder Executivo e Legislativo – atualmente o partido tem dois vereadores na Câmara Municipal e planeja ampliar a bancada em 2016. “A orientação do partido aos filiados é sempre de ocupar espaço e discutir as cidades e, no meu caso, eu sempre vivi política e acredito que é a única maneira de mudar as pessoas”, ponderou a candidata a vice-prefeita.
O nome de Elizabeth vinha sendo cotado desde janeiro para ocupar o cargo de vice na chapa de Rangel. A professora já foi candidata à vice-prefeita em 2000, quando formou uma chapa ao lado do empresário Carlos Tavarnaro. Em 2014, Elizabeth já havia disputado o cargo de deputada federal pelo PSB. “Quero sair para as ruas e conversar com as pessoas, ouvir a população e saber da necessidade dos moradores”, afirmou Schmidt.
Marcelo tem coligação maior na reeleição
Em 2012, quando eleito prefeito, Marcelo Rangel tinha uma coligação de 10 partidos. Quatro anos depois, Rangel disputará a reeleição com 12 partidos na coligação – esse ano Rangel perdeu o apoio do PHS e do PMN, mas conta com a participação do PV, PRB, PTB, PSL e PROS. Segundo Ricardo Johansen, presidente do Diretório Provisório, acredita que a coligação irá garantir de 3 a 4 minutos de televisão. O grupo de Rangel deverá ser a legenda com o maior número de partidos nas eleições municipais de outubro.
‘Chapão’ quer eleger cinco vereadores
Na disputa pelo poder Legislativo, a coligação de Rangel apresentará um ‘chapão’ com o PPS, PSDB, PSB e PSD – a expectativa do grupo é eleger, pelo menos, cinco vereadores. Entre os nomes da coligação estão o atual vice-prefeito, José Carlos Raad, o Dr. Zeca (PPS), Eduardo Kalinoski (PSDB), ex-presidente da Autarquia Municipal de Transito e Transporte (AMTT) e jovem da comunidade católica, Felipe Passos (PSDB). Já com mandato, o PSB apresentará os nomes de Maurício Silva e Márcio Schirlo na disputa de outubro.
Dissidentes estão com Julio Küller
Rangel terá a maior coligação das eleições, mas também contabilizou baixas. O PMN de George de Oliveira (PMN), por exemplo, deixou a base de Marcelo e se integrou a chamada “terceira via”, comandado por Julio Küller (PMB). O mesmo caminho foi feito pelo Solidariedade (SD), atualmente comandado por Marcos Zampieri – o partido é outro grupo que participa da chapa de Küller. Já o PSDC, mesmo tendo o vereador líder do governo na Câmara, deixou a base de Rangel e assumiu o cargo de vice na chapa de Küller com o empresário Dirlei Cordeiro.





















