Policiais Civis agendam paralisação | aRede
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Policiais Civis agendam paralisação

Elter Taets Garcia revelou que a categoria agendou uma paralisação
Elter Taets Garcia revelou que a categoria agendou uma paralisação -

Daniel Petroski

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Policiais civis realizarão uma paralisação por um período de 24 horas no dia 1º de agosto. Classe pede valorização, contratação de mais funcionários, dentre outras demandas.

Em visita na tarde de ontem a redação do Portal aRede, o diretor do interior do Sindicato das Classes Policiais Civis do Estado do Paraná (Sinclapol-PR), Elter Taets Garcia, revelou que a categoria, juntamente com o Sindicato dos Policiais Civis de Londrina e Região (Sindipol-Londrina), agendou uma paralisação de 24 horas para o dia 1º de agosto. “É importante deixar claro para a população que não estamos querendo reajuste salarial. Nós queremos chamar a atenção e mostrar que a Polícia Civil já está parada. Trabalhamos com um efetivo de pouco mais de quatro mil homens, sendo que o necessário, para conseguir dar conta das demandas, seria perto de 12 mil”, comentou Garcia.

Nesse dia, todos os serviços de responsabilidade dos policiais civis estarão suspensos. Faixas também serão espalhadas pelas delegacias explicando os motivos da mobilização. “Estamos nos articulando para realizar ainda uma doação de sangue coletiva. Queremos mostrar que estamos dando o sangue pelo Paraná”, completa o diretor.  

Desde o último dia 20 a categoria está em Assembleia Geral Permanente, bem como em estado de greve. “Isso serve de alerta para o Governo do Estado”, afirmou Garcia.

A principal reivindicação da classe diz respeito ao seguimento da tramitação do Estatuto da Polícia Civil. “Esse documento irá prever detalhes que são bem claros, como por exemplo, sobre a valorização da classe em geral; reconhecimento de forma das carreiras; detalhamento de punições e sanções que hoje estão equivocadas e baseadas em estatutos anteriores defasados; entre outros”, detalha o diretor. A não realização de progressão de carreiras e promoções, e adequações ao subsídio proposto em 2013 para pagamento dos salários são mais alguns pedidos. “Por lei não é permitido ter diferença de subsídios dentro de uma mesma classe”, concluiu Garcia.

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