Crime no Motoclube de PG completa um ano nesta terça

Crime que vitimou três pessoas em uma festa no Motoclube Anjos, em Ponta Grossa, completa um ano hoje. Data para o julgamento dos suspeitos ainda é incerta.
Há um ano uma festa no Motoclube Anjos, instalado em Ponta Grossa no bairro de Uvaranas, terminava com duas pessoas mortas e outras duas feridas. Na ocasião, vieram a óbito por disparos de arma de fogo Marcelo Elias, de 33 anos de idade, e Thiago de Andrade, na época com 31 anos de idade. Um dia depois, João Paulo França Stoll não resistiu aos ferimentos e se tornou a terceira vítima fatal de uma briga que teve como pivô Donizete José de Almeida, conhecido como Moycano.
Dá prisão de Moycano ocorrida em agosto do ano passado enquanto tentava abrir um bar em Cidade de Leste, no Paraguai, e a detenção de outros dois acusados de participação no crime – Danilo Vieira Candido e Alex Barbosa da Rosa – algumas audiências de instrução já foram realizadas na intenção de ouvir testemunhas de acusação e defesa dos envolvidos que seguem detidos preventivamente na Cadeia Pública Hildebrando de Souza.
Segundo o advogado de defesa de Danilo, o curitibano Fábio Masoller Bonetto, ouvido na tarde de ontem pelo Portal aRede e Jornal da Manhã, a novidade no caso é de que duas novas audiências devem ocorrer nos próximos dias. “A primeira delas será sexta-feira em Itanhaém (São Paulo). O sobrevivente do crime, André Guedes Pereira, voltará a ser ouvido. O objetivo é de que ele faça novamente o reconhecimento dos possíveis envolvidos no caso”, explicou.
A outra audiência, agendada para a terça-feira da próxima semana, contará com o interrogatório dos três réus. “Essa audiência será realizada em Ponta Grossa”, completa Bonetto.
A expectativa do advogado é de que depois dessas audiências ele possa entrar com um pedido de liberdade para seu cliente. “Não existem provas materiais que comprovem a participação do Danilo no crime”, finalizou Bonetto.
Data do julgamento é incerta
Questionado da possibilidade dos réus irem a Júri Popular, o advogado de defesa de Danilo Vieira Candido, Fábio Masoller Bonetto, afirmou não existir uma previsão para que isso efetivamente ocorra. “Como a instrução processual ocorre de forma lenta, ainda estamos na fase inicial”, disse.





















