Professores da UEPG aprovam indicativo de greve
Decisão foi tomada em assembleia dos docentes ligados ao Sinduepg no início da noite de quinta (07). Agenda de mobilização será definida em breve.

Decisão foi tomada em assembleia dos docentes ligados ao Sinduepg no início da noite de quinta (07). Agenda de mobilização será definida em breve.
A Seção Sindical dos Docentes da Universidade Estadual de Ponta Grossa (Sinduepg) decidiu no início da noite desta quinta-feira (07), em assembleia realizada no auditório do PDE, localizado no campus de Uvaranas, aprovar um novo indicativo de greve. Os professores começaram a se reunir por volta das 17 horas. Pelo menos 70 docentes estiveram presentes. Segundo os organizadores, a decisão teve ampla aceitação.
O indicativo serve de alerta caso o Governo do Estado pretenda revogar o reajuste salarial da categoria proposto no ano passado e que foi responsável pelo encerramento da greve dentro do funcionalismo - existia a expectativa de que a proposta fosse encaminhada à Assembleia Legislativa (Alep) na última terça-feira, o que ainda não ocorreu.
A partir de agora, o Sinduepg realizará atividades de conscientização da categoria e da comunidade sobre o que chamam de “a proposta da retirada de direitos”.
De acordo com a lei aprovada em 2015, a data base dos servidores sairia de maio para janeiro, sendo que os valores correspondentes às perdas inflacionárias seriam pagos em janeiro de 2017, juntamente com o abono de 1% ao ano. “O Executivo afirmou que, por conta de uma crise financeira, não terá dinheiro para pagar o que foi acertado”, disse na quarta-feira (06) ao Jornal da Manhã o presidente do Sinduepg, Marcelo Engel Bronosky.
Diante deste quadro, as entidades dos professores ligadas ao Sindicato Nacional dos Docentes das Instituições de Ensino Superior (Andes) retomaram conversações com deputados com objetivo de alertar sobre a situação e apresentar uma posição contrária ao projeto. Além da UEPG, docentes da Universidade Estadual de Londrina (UEL), Universidade Estadual do Norte do Paraná (UENP) e Universidade Estadual do Paraná (Unespar) também aprovaram o indicativo.





















