Vereadores rejeitam ciclofaixas nas principais avenidas de PG | aRede
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Vereadores rejeitam ciclofaixas nas principais avenidas de PG

Projeto era de iniciativa do vereador George de Oliveira (PMN) e acabou rejeitado em primeira discussão

Iniciativa previa a instalação de ciclofaixas nas principais avenidas do município
Iniciativa previa a instalação de ciclofaixas nas principais avenidas do município -

Os vereadores de Ponta Grossa rejeitaram o projeto de lei 116/2016 de autoria do vereador George de Oliveira (PMN). A iniciativa previa a instalação de ciclofaixas nas principais avenidas da cidade e recebeu parecer contrário de uma das comissões fixas do Legislativo Municipal. A discussão sobre a iniciativa foi polêmica e gerou debates acalorados na Casa de Leis.

Segundo o vereador George de Oliveira, autor da iniciativa, o projeto das ciclovias foi rejeitado em uma discussão “política”. “Caso alguém aqui queira ter aula de acessibilidade urbana, eu ministro uma aula para os nobres pares”, cutucou George. O comentário do parlamentar foi feito após um dos vereadores dizer que o projeto era “inaplicável”.

O parlamentar Walter de Souza (PROS), o Valtão, usou o parecer contrário da comissão como mote da discussão. Durante o debate, o vereador lançou mão de um ofício enviado pelo diretor do Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano (Iplan), Paulo Barros, que salientava a dificuldade de implantação da medida.

Outro parlamentar contrário ao projeto foi Antonio Aguinel (Rede). O vereador rebateu a proposta de George dizendo que a implantação de ciclofaixas já estaria sendo prevista no Plano Diretor do Município que deverá ser enviado ao Legislativo até o final do ano.

Pietro pede “independência” na Câmara

O vice-presidente da Câmara, Pietro Arnaud (Rede), pediu “independência” por parte do Poder Legislativo na discussão das matérias. “Todo projeto que votamos aqui, os vereadores pedem auxílio dos órgãos do Poder Executivo. Temos que ter discussões autônomas nessa Casa de Leis”, criticou Pietro.

O projeto que previa a instalação de ciclovias acabou rejeitado com 11 votos favoráveis e outros 6 contrários.

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