Moradores de rua e crianças pintam muro de entidade | aRede
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Moradores de rua e crianças pintam muro de entidade

Um projeto desenvolvido pela Vila Vicentina de Ponta Grossa, na Rua Siqueira Campos nº. 853, pretende dar uma nova vida aos muros da instituição. O grafiteiro Gleydston ‘Barba’ veio do Rio de Janeiro para fazer a pintura em mais de 300 metros de muro da e

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Desenhos feitos por moradores de rua da Casa da Acolhida, crianças do Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos (Labouré) e Acolhimento (Marillac), hospedados na Vila Vicentina, irão grafitar o muro da entidade. 

Um projeto desenvolvido pela Vila Vicentina de Ponta Grossa da Sociedade de São Vicente de Paulo (Vicentinos) em parceria com as Irmãs da Copiosa Redenção, na Rua Siqueira Campos nº. 853, pretende dar uma nova vida aos muros da instituição. O grafiteiro Gleydston ‘Barba’ veio do Rio de Janeiro para fazer a pintura em mais de 150 metros de muro da entidade. Ele terá o desafio de colocar nas paredes, as imagens desenhadas pelos assistidos da Vila Vicentina.

                A ideia começou quando as freiras que possuem uma parceria com a Casa participaram de um congresso. Lá conheceram o trabalho de Gleydston e perceberam que os muros da Vila Vicentina estavam ‘apagados’. A partir disso, Educadores e demais funcionários se mobilizaram para levar o projeto adiante. Foi solicitado que moradores e crianças hospedadas na entidade fizessem desenhos para serem, posteriormente, transferido para a parede.

                “O trabalho começou em um contato com as irmãs em um congresso. Surgiu o interesse de fazer um trabalho junto com as crianças, fomos conversando e consegui vir para cá passar a semana fazendo o trabalho. A ideia consiste em pegar as artes das crianças, a inspiração das crianças e traduzir num painel”, conta o grafiteiro Barba. O carioca chegou ontem (7) em Ponta Grossa e iniciou a pintura no muro. O trabalho do grafiteiro deve ser realizado por uma semana e as crianças e funcionários da Casa participam da pintura.

                “Acima de tudo a gente procura a ressocialização (...). A gente pega a criançada, faz desenvolver o dom pela pintura trazendo a realidade do que eles sentem para o muro. E também os itinerantes da Casa da Acolhida que também querem expressar os sentimentos através do desenho”, explica um dos funcionários da Casa, Sandro Brigola.

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