Corpo cai em cima de carro após colisão traseira | aRede
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Corpo cai em cima de carro após colisão traseira

Os socorristas o encaminharam para um dos hospitais de referência. Entre outras lesões, ele sofreu entorse no pescoço, mas não corre risco de morte

Acidente ocorrido perto da UEPG chamou a atenção de pedestres e condutores
Acidente ocorrido perto da UEPG chamou a atenção de pedestres e condutores -

Os socorristas o encaminharam para um dos hospitais de referência. Entre outras lesões, ele sofreu entorse no pescoço, mas não corre risco de morte

Um homem sofreu lesões graves na manhã dessa quarta-feira em um acidente ocorrido na Rua Penteado de Almeida, nas proximidades da Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG). Ele pilotava uma moto, teria se distraído e bateu na traseira de um automóvel Fiesta. O impacto o projeto sobre o veículo. “Ele caiu de cabeça contra o para-brisa e parte das pernas ficou sobre o capô”, conta um estudante.

O acidente aconteceu nas proximidades com o cruzamento da Rua Coronel Bittencourt. Policiais militares e agentes de trânsito da Autarquia da Prefeitura registraram a ocorrência. Os socorristas o encaminharam para um dos hospitais de referência. Entre outras lesões, ele sofreu entorse no pescoço, mas não corre risco de morte.

No Paraná, a cada hora são registrados, em média, três acidentes de trânsito envolvendo motos. A estimativa do Departamento de Trânsito do Estado (Detran) é que todos os anos aproximadamente 500 motociclistas morrem e 20 mil são feridos nestas ocorrências. 
Em todo o Brasil, os motociclistas são considerados grupo de risco. De acordo com a Seguradora Líder, responsável pelo Seguro DPVAT, 76% das indenizações pagas por Morte e Invalidez Permanente causadas por acidentes de trânsito, de janeiro a setembro de 2015, foram para motociclistas. 
As vítimas são em sua maioria jovens, entre 18 e 34 anos, em idade economicamente ativa. No período analisado, 53% dos acidentes foram fatais e em 56% o motociclista teve sequelas permanentes.
Entre muitas causas, a imprudência e a falta do uso do capacete, se destacam. “A legislação de trânsito serve, antes de tudo, para a própria segurança do condutor. O capacete diminui consideravelmente o risco de traumas graves e o uso é essencial, no campo ou na cidade, para viagens na estrada e para pequenos trajetos”, lembra o diretor-geral do Detran Paraná, Marcos Traad. 
Segundo a Associação Brasileira de Prevenção dos Acidentes de Trânsito, o risco de morrer em um acidente sobre uma motocicleta é 20 vezes maior do que uma colisão com um automóvel. Esse número sobe para 60 vezes se a pessoa não estiver usando o capacete.


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