Acipg recebe audiência pública sobre pedágio
Durante a audiência, deputados membros da Frente, destacaram que vão mobilizar os paranaenses para que todos participem das discussões.
Ponta Grossa foi a primeira a receber a audiência, que segue para Foz de Iguaçu e Cascavel, no dia 17 de junho; Umuarama, em 24 de junho e Londrina e Maringá, dia 8 de julho
Dando sequência às ações da
Frente Parlamentar contra a renovação dos contratos de pedágio, a Associação Comercial, Industrial e
Empresarial de Ponta Grossa (ACIPG) recebeu audiência pública sobre o tema, na
noite de 23 de maio, com a presença de políticos, sociedade e imprensa.
A Federação das Associações
Comerciais e Empresariais do Paraná (Faciap) acompanhou o lançamento da Frente Parlamentar contra
a renovação dos Contratos de pedágio dia 16 de maio, em Curitiba. Em todo
Estado, Associações Comerciais e Empresariais (ACEs) receberão audiências
públicas para tratar do tema. Ponta Grossa foi a primeira a receber a audiência, que segue para Foz de Iguaçu e Cascavel, no dia 17 de junho; Umuarama,
em 24 de junho e Londrina e Maringá, dia 8 de julho.
O vice-presidente da Faciap e presidente do
Conselho de Representantes da Acipg, Sérgio Leopoldo, comenta que as entidades
são contra os contratos vigentes até 2021 do jeito que estão e contra a
renovação. “É preciso reduzir os valores cobrados nos pedágios. Somos a favor
dos pedágios, mas não a esse custo”.
Durante a audiência, deputados membros
da Frente, destacaram que vão mobilizar os paranaenses para que todos
participem das discussões. “Vamos trabalhar pela não renovação dos contratos de
concessão que vencem em 2021, defender a abertura de uma nova licitação e
fiscalizar a realização das obras que as concessionárias de pedágio se
comprometeram a realizar no momento em que assinaram os contratos atuais”,
destaca o deputado estadual Marcio Pauliki.
O deputado frisou que
as obras no Estado não serão realizadas dentro dos prazos previstos pelas
concessionárias. “Hoje, 40% das obras foram finalizadas, 20% estão em andamento
e as outras 40% não terão tempo hábil para serem finalizadas”.
O deputado estadual
Péricles de Holleben Mello também ressaltou que os pedágios dizem respeito a
todos e que a renovação, da maneira como está, não deve acontecer.