Funcionários da Sanepar deflagram greve em PG
Funcionários da Sanepar ligados ao Sindicato dos Empregados no Saneamento (SAEMAC) iniciaram na manhã de hoje (18) uma greve a nível estadual e cerca de 50 trabalhadores se reuniram em frente à sede de Ponta Grossa, na Avenida Balduíno Taques, para se man
Funcionários da Sanepar ligados ao Sindicato dos Empregados no Saneamento (SAEMAC) deflagraram greve. Na manhã de hoje, cerca de 50 trabalhadores se reuniram em frente à sede da empresa.
Funcionários da Sanepar iniciaram na manhã de hoje (18) uma greve a nível estadual e cerca de 50 trabalhadores se reuniram em frente à sede de Ponta Grossa, na Avenida Balduíno Taques, para se manifestar. Os trabalhadores paralisaram parcialmente as atividades devido ao acordo coletivo com a empresa. “Pedimos uma recomposição salarial. O inicial da categoria é muito baixo, então os empregados querem um ganho real e aumento linear”, explica a diretora de Saúde e Segurança do Trabalho do SAEMAC, Josiane de Oliveira.
O Sindicato dos Empregados no Saneamento participa das negociações e já realizou outras manifestações no Paraná em relação às negociações – entre 2 e 4 de maio houve uma greve em Curitiba. “Foi apresentada uma proposta que não foi aceita, assim a categoria deliberou para entrar em greve. Agora aguardamos um pronunciamento da Sanepar e uma proposta de ganho real para retornarmos às atividades”, destacou Josiane.
De acordo com a sindicalista, o tratamento e a distribuição de água não será prejudicado na cidade. Em nota, a Sanepar informou que oito sindicatos já aceitaram o acordo coletivo e que, ainda hoje, outros dois sindicatos devem assinar o acordo coletivo.
Confira a nota na íntegra:
“A Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar) informa que oito sindicatos já assinaram o acordo coletivo e os empregados recebem, em folha complementar, a diferença referente aos meses de março e abril no dia 23 de maio. Nesta quarta-feira (18) mais dois sindicatos devem assinar o acordo coletivo, dos engenheiros e dos arquitetos. A Sanepar reitera que respeita o direito de manifestação dos empregados, desde que mantenha inalterada a prestação dos serviços essenciais”.





















