Ópera recebe oficina de corpo acrobático neste sábado | aRede
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Ópera recebe oficina de corpo acrobático neste sábado

O Circuito Cultural Sesi chega a Ponta Grossa neste sábado, 7 de maio, apresentando o espetáculo teatral ‘Palhaços’, às 20h, e uma oficina de Corpo Acrobático, às 15h. As atividades acontecem no auditório B do Cine-Teatro Ópera, todas com

Acrobacias trabalham a força, resistência e flexibilidade.
Acrobacias trabalham a força, resistência e flexibilidade. -

          Sesi e Fundação de Cultura promovem neste sábado uma oficina de Corpo Acrobático, às 15 horas, no Cine-Teatro Ópera. A atividade é gratuita.

                O Circuito Cultural Sesi chega a Ponta Grossa neste sábado, 7 de maio, apresentando o espetáculo teatral ‘Palhaços’, às 20h, e uma oficina de Corpo Acrobático, às 15h. As atividades acontecem no auditório B do Cine-Teatro Ópera, todas com entrada gratuita, e contam com o apoio da Prefeitura de Ponta Grossa, por meio da Fundação Municipal de Cultura. As inscrições devem ser feitas pelo www.culturapg.com.br/eventos. Serão disponibilizadas apenas 20 vagas.

                Com duração de uma hora, Corpo Acrobático aborda acrobacias de solo, onde trabalha a força, resistência e flexibilidade. O movimento está vinculado diretamente à emoção, portanto, esse trabalho tem o objetivo de trazer à tona questões pessoais através dos processos de cada um. O trabalho é desenvolvido para cada participante, com exercícios dentro de seus limites e possibilidades.

                A oficina será ministrada pela bailarina Marina Prado. Formada pela Faculdade de Artes do Paraná, Marina é especialista em Atividades Acrobáticas do Circo e da Ginástica pela PUC-PR e pesquisadora do corpo e do movimento, além de desenvolver pesquisas e cursos de Acrobacias Aéreas (tecido acrobático, Lira e Trapézio Fixo), Duo Acrobático, Tango, Sapateado e Dança Contemporânea.

Espetáculo ‘Palhaços’

                No enredo, ao assistir apresentação do circo, Benvindo, o fã, vendedor de uma loja de calçados, aspirante a gerente e, como fã incondicional do artista palhaço Careta – esperançoso por um inocente bate-papo – vai cumprimentá-lo no camarim após o espetáculo. Não sabia, porém, que a proximidade da realização de um sonho poria também à prova as suas mais puras aspirações.

                “O público invade o teatro e vai parabenizar o artista. No entanto, nesse encontro os dois se revelam. É um espetáculo questionador sobre ser artista e as representações sociais que as pessoas fazem na sua vida”, explica a diretora Mariana Zanette, que montou a peça pela primeira vez 16 anos atrás, quando ainda estava na faculdade. “O texto é o mesmo, do cientista social paulista Timochenco Wehbi, mas com o passar do tempo e com minhas experiências foi sendo adaptado”. 

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