Rapaz é condenado a 12 anos por homicídio em PG | aRede
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Rapaz é condenado a 12 anos por homicídio em PG

Alafe Rodrigo Medeiros, de 22 anos, foi condenado pela Justiça de Ponta Grossa pela morte de Igor França de mato. Crime aconteceu em 2012.

Julgamento ocorreu no Fórum de Ponta Grossa
Julgamento ocorreu no Fórum de Ponta Grossa -

Mario Martins

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Alafe Rodrigo Medeiros, de 22 anos, foi condenado pela Justiça de Ponta Grossa pela morte de Igor França de mato. Crime aconteceu em 2012.

Em sessão realizada na manhã dessa sexta-feira (29), a Justiça de Ponta Grossa condenou Alafe Rodrigo Medeiros, 22 anos, a 12 anos de reclusão em regime inicial fechado, pelo cometimento do assassinato de Igor França de Mato. A sentença foi proferida pela juíza Letícia Lustosa, da 1ª Vara Criminal. Foi expedido e cumprido mandado de prisão contra o réu.

De acordo com a denúncia do Ministério Público (MP), no dia 25 de fevereiro de 2012, por volta das 12h30, na Rua Jesuíno Antônio de Oliveira, nº 345, Parque Nossa Senhora das Graças, Alafe, ciente da ilicitude e reprovabilidade de sua conduta, dolosamente, com clara intenção de matar, após invadir a residência de Igor desferiu disparos com arma de fogo (não apreendida) em regiões vitais da vítima, matando-a.

Ainda, segundo a Promotoria, o crime foi cometido por motivo torpe, em razão de o denunciado pretender se vingar de desavença anterior ocorrida com a vítima. “O crime foi cometido mediante surpresa, eis que o denunciado adentrou de inopino no terreno da residência da vítima e tão logo a viu, efetuou os disparos, impossibilitando qualquer reação defensiva por parte da mesma”, assinala o MP.

O Conselho de Sentença reconheceu materialidade e autoria, respondeu “não” ao quesito relativo à absolvição, rejeitou a alegação de privilégio e entendeu presente apenas a qualificadora do motivo torpe. A qualificadora de surpresa foi, portanto, afastada.

Alafe tinha 18 anos na época do crime e é réu confesso. No julgamento, o Ministério Público foi representado pela promotora Fernanda Basso Silvério. Atuou como defensor nomeado pela Justiça o advogado Cláudio Alves da Costa.

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