Plano diretor quer corrigir erros e vícios históricos
Um dos problemas estruturais existente em Ponta Grossa, o de reordenamento territorial, está entre as diretrizes do Plano Diretor que vem sendo elaborado pela Prefeitura e que pretende definir, por meio de leis gerais ou específicas, medidas para o cresci

Ambiens Cooperativa está há duas semanas trabalhando em Ponta Grossa no reordenamento urbano, mobilidade, acessibilidade, cuidados com o meio ambiente.
Um dos problemas estruturais existente em Ponta Grossa, o de reordenamento territorial, está entre as diretrizes do Plano Diretor que vem sendo elaborado pela Prefeitura e que pretende definir, por meio de leis gerais ou específicas, medidas para o crescimento sustentável da cidade pelos próximos dez anos.
Há cerca de duas semanas, a Ambiens Cooperativa, contratada para realizar os trabalhos de consultoria na atualização do Plano, está atuando na cidade. Entre as ações iniciais está o levantamento que vai definir quais áreas, por exemplo, estão enquadradas como sendo urbanas, mas deveriam ser rurais, e vice-versa.
Essas definições, com o Plano Diretor aprovado, deverão desburocratizar a tramitação, tornando-se bem diferente de como ocorreu no final do ano passado com áreas do Jardim Panamá, San Martin, Londres e Costa Rica I e II. Na época, uma lei precisou ser sancionada pelo prefeito Marcelo Rangel para que fosse incluída uma nova área no perímetro urbano do município. O novo espaço, que ficou declarado como sendo zona residencial, fica em frente a uma estrada ainda com características rurais.
A empresa contratada tem 240 dias, a partir da assinatura do contratado, para dar conta das diretrizes propostas. A Ambiens já possui ampla experiência no que se refere à orientação de planos diretores. Estudos semelhantes foram realizado pelo Grupo em várias cidades do Paraná, a exemplo de Guaíra, Paranavaí, Quedas do Iguaçu, Quatro Barras, Castro, Maringá, São José dos Pinhais e Pinhais, tendo atuação também junto ao Plano Diretor em municípios do Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Mato Grosso do Sul e São Paulo.
Além da questão do reordenamento territorial, as prioridades do estudo, que deve ser concluído até o final de 2016, incluem a mobilidade urbana, a acessibilidade, o cuidado com o meio ambiente, o uso de transporte alternativo e prioridade para o transporte público, assim como a criação de novos parques e espaços públicos de socialização.





















