Alunos da UTFPR sofrem com rotina de assaltos | aRede
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Alunos da UTFPR sofrem com rotina de assaltos

Acadêmicos da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR) sofrem com a falta de segurança no campus e, na noite de ontem (07), três casos de roubos foram registrados.

Estudantes da UTPFR sofrem com a falta de segurança
Estudantes da UTPFR sofrem com a falta de segurança -

Andre Packer

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Assaltante efetuou um disparo de arma de fogo durante um assalto na noite de ontem. Em outro casos, os suspeitos levaram as roupas de um acadêmico e o rapaz ficou com as calças.

Acadêmicos da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR) sofrem com a falta de segurança no campus e, na noite de ontem (07), três casos de roubos foram registrados. Um rapaz armado abordou um grupo de estudantes, aproximadamente às 19h30, agarrou uma estudante e obrigou que um amigo da vítima entregasse o celular. O crime aconteceu no ponto de ônibus, em frente à instituição de ensino, e cerca de 40 pessoas estavam no ponto de ônibus no momento.

                A acadêmica Karol Ávila foi a principal vítima do bandido. Ela foi agarrada pelo braço pelo suspeito, enquanto o criminoso apontava uma arma para um de seus amigos. “Ele chegou por trás e segurou o meu braço. Falou que se meus amigos não entregassem o celular não ia me soltar. Quando ele pegou o celular nós corremos e ele atirou no chão”. Quando o disparo foi efetuado, todos os estudantes que aguardavam o ônibus perceberam o crime e correram para o interior da universidade. Segundo Karol, os acadêmicos não viram em que direção o suspeito fugiu.

                Em outro caso registrado na noite de ontem, às 18h40, um rapaz teve praticamente todas suas roupas levadas. “Um rapaz foi assaltado mais cedo e ficou só de calça. Levaram camiseta, tênis, tudo. E ele chamou a Polícia Militar, mas foi atendido só às 19 horas, junto com a gente”, afirmou Karol. “A situação da nossa segurança é precária. Nós estamos totalmente desprotegidos para pegar um ônibus”, completou a acadêmica.

                A coordenadora financeira do Diretório Central dos Estudantes (DCE) da instituição, Jéssica Paula Morim Lopes, explica que a falta de segurança no campus é uma questão antiga. “Já aconteceu várias vezes. Tentamos solicitar mais policiamento, mas a polícia alega que os alunos precisam fazer o boletim de ocorrência. De um tempo até hoje o que foi feito  para amenizar a situação foi a iluminação. Mas entramos em contato com a Prefeitura para pedirmos mais segurança e nada foi resolvido”. Explicou. 

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