Paciente reclama de superlotação de UPA | aRede
PUBLICIDADE

Paciente reclama de superlotação de UPA

A Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do Santa Paula foi alvo de críticas nas redes sociais na última semana por parte de uma internauta ponta-grossense.

VÍDEO
Moça faz reclamações sobre o atendimento na UPA do Santa Paula | Autor: Imagens: André Lara

Andre Packer

@Siga-me
Google Notícias facebook twitter twitter telegram whatsapp email

Reclamação sobre a UPA do Santa Paula ganhou repercussão nas redes sociais. Ponta-grossense esperou mais de 4 horas e não recebeu um atendimento médico.

                A Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do Santa Paula foi alvo de críticas nas redes sociais na última semana por parte de uma internauta ponta-grossense. Letícia Antunes relatou o caso de seu irmão que apresentava uma alergia e, ao chegar na UPA, esperou mais de 4 horas e não recebeu um atendimento médico. Segundo Letícia, apenas para fazer a triagem demorou cerca de uma hora e 30 minutos. “O caso do meu irmão, como de outras pessoas com problemas, não foram solucionados (...). Tem uma superlotação, é complicado”, afirma a moça. Ela relatou ainda que, na ocasião, a UPA não oferecia água para os pacientes.

                O Portal aRede procurou a assessoria de imprensa da Secretaria de Saúde de Ponta Grossa para comentar sobre o caso. Segundo a assessoria, trata-se de uma questão de conscientização. “UPA é para atendimento de urgência e emergência. Uma pessoa de caso eletivo pode aguardar até 8 horas para o atendimento, porque não é urgente. Toda pessoa que for até a UPA tem que ser atendida”, explica Rafisa Ramos, responsável pela assessoria da secretaria.

Confira a nota da Secretaria de Saúde na íntegra:

“A Unidade de Pronto Atendimento (UPA) Santa Paula informa que não há nenhum problema relacionado à escala médica que pudesse ocasionar aumento no tempo de espera dos pacientes.

O que nota-se, nas últimas semanas, é que houve um aumento na procura por atendimento na UPA, devido ao fim do período de férias e início do período escolar. Isso tem se intensificado mais nos últimos dias devido à mudança no clima, o que afeta primeiramente crianças e idosos.

Para suprir a demanda esperada para a unidade, diariamente, das 07h00 até a 01h00, cinco médicos plantonistas compõem a escala de trabalho da UPA, sendo três clínicos gerais e dois pediatras. No período da madrugada, que tem menor volume de atendimento, três médicos ficam de plantão para atendimento adulto e infantil.

Em relação ao tempo de espera, a UPA esclarece que trabalha com o sistema de classificação de risco, preconizado pelo Ministério da Saúde, e que consiste na priorização do atendimento para os casos mais graves. Nesse sistema, os pacientes com casos não urgentes e que não fazem parte do perfil de atendimento da UPA, aguardam até que os demais pacientes, mais urgentes, sejam atendidos. A orientação é que nesses casos os pacientes procurem a Unidade Básica de Saúde e Unidade de Saúde da Família.

 É importante ressaltar que atualmente os casos não urgentes e pouco urgentes representam aproximadamente 80% dos atendimentos da UPA, e, por isso, tendem a aguardar mais tempo.

Em relação à informação de que falta água para os pacientes beberem, a UPA esclarece que o bebedouro encontra-se em manutenção, mas que já foram instalados filtros com galões de água nas salas de espera e, constantemente, a equipe repõe os copos descartáveis e substitui os galões para evitar que os pacientes fiquem sem poder beber água”.

PUBLICIDADE

Conteúdo de marca

Quero divulgar right