TJ mantém desqualificação de homicídio | aRede
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TJ mantém desqualificação de homicídio

O julgamento da morte do empresário Rodrigo Carneiro da Silva, agredido e morto em Ponta Grossa, teve novidades na última semana.

Empresário foi morto em março de 2014 em Ponta Grossa
Empresário foi morto em março de 2014 em Ponta Grossa -

Andre Packer

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Desembargadores entenderam que os réus não tiveram a intenção de matar o empresário Rodrigo Carneiro da Silva. Com isso, o caso deve ser julgado como lesão corporal simples, ou lesão corporal seguida de morte.

O julgamento da morte do empresário Rodrigo Carneiro da Silva, agredido e morto em Ponta Grossa, teve novidades na última semana. O processo, que foi encaminhado para o Tribunal de Justiça do Paraná (TJPR), foi levado até a sessão da Câmara Criminal onde os desembargadores entenderam que os réus não tiveram intenção de matar, com isso o caso foi afastado do Tribunal do Júri.

O caso foi encaminhado para o TJPR após a acusação recorrer contra a decisão do juiz André Luiz Schafranski, da 2º Vara Criminal da Comarca de Ponta Grossa, que impronunciou os réus. O advogado Willyan Laranjeira, que representa um dos acusados, explica que a decisão do TJPR muda o decorrer do processo. “Agora o caso deve ser julgado como lesão corporal simples, ou lesão corporal seguida de morte. Com isso, o processo vai ser emitido pelo Ministério Público, aqui em Ponta Grossa, para que a situação seja reanalisada, já que não é considerada a intenção de matar”, afirma o advogado.

Relembre o caso

Rodrigo Carneiro da Silva foi agredido na Rua Balduíno Taques, no Centro de Ponta Grossa, em março de 2014. A agressão aconteceu por volta das 2 horas e envolveu três suspeitos. Após ser atingido por um golpe, o empresário caiu desacordado. Rodrigo foi socorrido, mas não resistiu aos ferimentos e morreu.

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