Obras de Parque serão retomadas em maio
O Parque Ecotecnológico de Ponta Grossa finalmente deverá sair dos projetos e tomar forma neste ano. Idealizado em 2008, trâmites burocráticos atrasaram sua construção.
Com a instalação de oito empresas, neste
primeiro momento serão geradas cerca de 800 vagas de empregos diretas.
O Parque Ecotecnológico de Ponta
Grossa finalmente deverá sair dos projetos e tomar forma neste ano. Idealizado
em 2008, trâmites burocráticos atrasaram sua construção. Agora, com as duas
ruas já ‘desenhadas’, o município irá realizar todas as obras de infraestrutura
para receber as primeiras empresas. De acordo com o Secretário de Indústria,
Comércio e Qualificação Profissional, Paulo Carbonar, as obras necessárias
deverão ser retomadas neste mês de maio. Neste primeiro momento, oito empresas
deverão se instalar, aplicando mais de R$ 7 milhões de investimento e gerando
aproximadamente 800 empregos diretos.
“Na metade do mês de maio, as
obras devem ser retomadas. Na verdade, o que falta trabalhar é o asfalto, já
que a ‘rua 1’ está com a base pronta e a ‘rua 2’ parte do manilhamento e
destinação da água para que não entre na ‘rua 1’”, relata Carbonar. Ele
acredita que essas obras de infraestrutura levarão cerca de 60 dias para
ficarem prontas. Simultaneamente, serão retomados os contatos com as empresas
que assinaram com o município e tiveram as áreas cedidas a elas. Junto a isso,
o município afirma que entrará com os pedidos, junto à Copel, para levar a
energia elétrica e a iluminação.
Dessa forma, a perspectiva é de
que as empresas possam estar liberadas para iniciarem as obras já no início do
segundo semestre. Assim, Carbonar acredita que algumas empresas possam concluir
as obras de suas sedes até o final deste ano. Na sequência, com o projeto em
andamento, novas empresas devem se interessar pelo projeto, acredita.
Mais do que o valor investido, o
secretário destaca o grande número de empregos gerados, com mão de obra
qualificada, que elevará a renda dos trabalhadores no município. “Realmente é
uma mão de obra qualificada, que necessita da abertura de um mercado novo. São
diferenciais, com suporte para universidade, que pode acolher projetos
encubados em startups“, conclui.