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Falta de água em PG é tema de discussão na Assembleia Legislativa

O diretor da Sanepar, Fernando Guedes, explicou a sequência dos problemas e quais foram as soluções e seus desdobramentos

Diretor da Sanepar esteve prestando esclarecimentos aos deputados estaduais
Diretor da Sanepar esteve prestando esclarecimentos aos deputados estaduais -

A Comissão de Fiscalização da Assembleia Legislativa do Paraná e Assuntos Municipais reuniu-se nesta segunda-feira (31) para debater dois assuntos importantes: a disparidade dos preços dos combustíveis no Estado e sobre problemas relacionados ao abastecimento de água, especificamente no município de Ponta Grossa. A reunião foi liderada pelo presidente da Comissão, deputado Marcelo Rangel (PSD).

A primeira parte da reunião foi dedicada aos combustíveis. Sobre a fiscalização em si desenvolvida pelo Procon/PR, a chefe da instituição, Claudia Silvano, prestou esclarecimentos. De acordo com ela, o Poder Público tem que respeitar o Estado na Constituição Federal, ou seja, o princípio da livre iniciativa adotado como fundamento da ordem econômica, a precificação. “Nós não podemos de regra atuar no que diz respeito à precificação. Cada estabelecimento tem a liberdade de acordo com a legislação. Cada agente tem a liberdade de precificar aquilo que vende, considerando alguns parâmetros, como impostos e outros”, disse. “O que nós podemos fiscalizar é a composição do produto, a informação da diferença entre etanol e gasolina, para saber qual compensa mais, entre outros pontos”, explicou.

O assunto seguinte foi o problema de desabastecimento de água em Ponta Grossa. O desabastecimento durou quase um mês e a falta do recurso hídrico encanado provocou o fechamento de estabelecimentos comerciais, o cancelamento do expediente de órgãos públicos, como da Prefeitura e da Câmara Municipal, a dispensa de alunos de escolas, o adiamento de cirurgias em hospitais e moradores formando filas formadas em bicas para ter acesso à água.

O diretor da Sanepar, Fernando Guedes, explicou a sequência dos problemas e quais foram as soluções e seus desdobramentos. Também explicou sobre novas obras em andamento, que irão aumentar em 30% a captação de água na região de Ponta Grossa.

Com relação à Sanepar, Rangel acredita que o problema foi muito grave em Ponta Grossa, inclusive gerando repercussão nacional e ocasionando um pedido público de desculpas do governador Ratinho Jr. No entanto, considerou plausíveis as explicações dadas pelo diretor. “O que aconteceu em Ponta Grossa foi algo extremamente sui generis. Foram diversos problemas consecutivos que aconteceram.Agora vamos buscar uma compensação a quem foi lesado, com abatimento nas tarifas”.

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