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O superintendente da empresa ressaltou que a Alegra não parou nem por um dia desde o início da pandemia do coronavírus
O superintendente da empresa ressaltou que a Alegra não parou nem por um dia desde o início da pandemia do coronavírus -

Indústria paranaense de alimentos vem expandindo sua produção e quer ampliar a sua atuação no mercado nacional

A Alegra, indústria alimentícia paranaense, faturou, no ano de 2021, mais de R$1 bilhão na venda de onze linhas de produtos suínos in natura e processados, o que representa um crescimento de 17,2% em relação ao ano anterior. O aumento do faturamento acompanha o aumento da produção de carnes suínas processadas.

Tal crescimento se dá em um momento de avanço das comercializações no mercado interno (atualmente cerca de ¼ da produção é exportada), apesar da crise econômica e da pandemia do coronavírus. Segundo o superintendente da empresa, Matthias Rainer Tigges, a carne suína vem ganhando espaço no país. “Existe muito espaço para o crescimento do consumo de carne suína no Brasil. Ela é a carne mais consumida no mundo e no Brasil ainda não passa de 15kg per capita/ano. Com os altos preços das carnes bovinas, a proteína suína passou a ter mais representatividade na mesa dos brasileiros. É uma opção de carne muito saudável e acessível e versátil”, ressalta ele.

De acordo com o superintendente, os produtos industrializados são os mais procurados. “Quando oferecemos um produto já temperado, fatiado, processado ou defumado agregamos valor a ele, levando mais praticidade e comodidade ao consumidor. Conseguimos, dessa maneira, oferecer um produto diferenciado, o que permite expandir a nossa base de clientes. Além disso, os produtos industrializados também oferecem mais postos de trabalho na cadeia produtiva”, destaca. Ele cita ainda a redução da volatilidade do mercado, especialmente envolvendo as altas nos preços de matérias-primas como o milho, em todo o mundo.

Matthias ressalta ainda que a Alegra não parou nem por um dia desde o início da pandemia do coronavírus. Ao todo, foram investidos R$7 milhões em cuidados, que envolvem equipamentos de segurança, máscaras, higienização, transporte, entre outros itens. Segundo o executivo, a pandemia apresentou dificuldades para a produção, mas a empresa conseguiu se adaptar. “No início, houve queda da produção interna, as pessoas passaram a se encontrar menos e isso foi um fator de dificuldades mas conseguimos nos adaptar e retomar o ritmo de produção. Hoje nos habituamos a esse cenário e estamos com boas expectativas para o ano de 2022”, ressalta.

Com os investimentos e aumento da industrialização, a empresa estima um faturamento R$1,2 bilhão para 2022, crescimento de 20%, “Apesar de sermos uma empresa nova, temos o respaldo da experiência e do pioneirismo de três grandes cooperativas que fazem parte da intercooperação Unium. Sabemos de onde vem o suíno, como é tratado e alimentado e temos o controle de toda a rastreabilidade. Isso torna a nossa carne um produto confiável e de grande qualidade”, finaliza.


As informações são da assessoria de imprensa

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