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Cyborg atropela russa e mantém cinturão do UFC

Curitibana nocauteou Yana Kunitskaya no primeiro round e desafiou a campeã da categoria de baixo, Amanda Nunes, para superluta

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Da Redação

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Curitibana nocauteou Yana Kunitskaya no primeiro round e desafiou a campeã da categoria de baixo, Amanda Nunes, para superluta

Sem perder desde 2005, a brasileira Cris Cyborg aceitou defender seu cinturão contra a russa Yana Kunitskaya com apenas três semanas de preparação. Isso porque o UFC 222, que aconteceu neste sábado (3) na T-Mobile, em Las Vegas, perdeu sua luta principal e ficou sem um grande atrativo para o público. A curitibana certamente não se arrependeu da decisão e nocauteou a adversária em menos de cinco minutos, ainda no primeiro round.

Com mais uma vitória, Cyborg mostrou porque é considerada a maior lutadora de MMA da história. Foi a segunda defesa de cinturão dos pesos-penas na maior organização do mundo. Ela até foi travada nos minutos iniciais, com a russa mantendo a brasileira no clinch durante quase dois minutos. No entanto, assim que a brasileira conseguiu se livrar da luta agarrada, um cruzado derrubou Yana, e o ground and pound da curitibana decretou o fim do combate.

Logo após o fim da luta, Cyborg respondeu ao desafio da compatriota Amanda Nunes, campeã dos pesos-galo do UFC. Ela garantiu que aceita a superluta e ameaçou: “quando você provoca a Cyborg, você tem que aguentar”.

Fim de luta polêmico

Ainda no card preliminar, o resultado de uma luta causou bastante polêmica. O cubano Hector Lombard foi desclassificado por causa de um golpe ilegal e CB Dollaway foi declarado vencedor do combate. Depois que o gongo soou apontando o final do primeiro round, Lombard deu mais um soco e levou o adversário ao chão. Dollaway chegou a levantar, mas visivelmente zonzo por causa da pancada, foi avaliado pelos médicos do UFC que não o deixaram voltar a lutar. Mesmo com a vitória por desclassificação, o americano deixou a arena inconformado.

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