Caramuru traça meta para chegar aos playoffs
Diretoria mantém pés no chão, mas garante que que possui equipe qualificada para avançar na Superliga.

Diretoria mantém pés no chão, mas garante que que possui equipe qualificada para avançar na Superliga.
Com foco no duelo de sábado (28) pela terceira semana da Superliga Masculina de Vôlei, o Ponta Grossa/Caramuru traça um objetivo claro na competição: chegar aos playoffs. A afirmação foi dada pelo supervisor da equipe, Carlos Augusto Cutrim, durante entrevista ao portal aRede.
Após manter um bom ritmo de jogo contra a equipe de campeões olímpicos do Sesi-SP, o time de Ponta Grossa acredita que tem condições de jogar de igual para igual contra qualquer adversário da Superliga. “A gente mantém os pés no chão e trabalha jogo após jogo, mas temos um objetivo claro dentro da liga que é estar nos playoffs. Temos uma equipe nova, mas com atletas de enorme potencial e com condições reais de fazer isso acontecer”, garante o supervisor.
A opinião também é compartilhada pelo levantador Índio. “O vôlei atualmente é um esporte fora do normal. Já vi viradas impressionantes e também já presenciei times grandes perdendo partidas sem entender o que aconteceu. É um jogo muito estudado, com possibilidades de vitória para todas as equipes da competição”, conta o levantador, um dos mais experientes do elenco e que já atuou em 11 edições da Superliga durante a carreira. “Com um trabalho forte, sério e dedicado, dá para bater de frente com qualquer time”, garante Índio.
Carlos Augusto Cutrim também ressalta o equilíbrio do campeonato em 2017. “Não tem nenhuma equipe fraca, que você chega para enfrentar achando que já ganhou. Todas têm uma capacidade impressionante. Temos que caminhar devagar, com nosso objetivo de estar dentro dos playoffs”, explica.
A partida de sábado (28), contra o Taubaté, acontece a partir das 20 horas na Arena Multiuso em Ponta Grossa. O local vem chamando a atenção dos atletas do Caramuru. “Já disputei 11 edições da Superliga e nunca passei por um ginásio tão bonito igual esse”, garante Índio. A torcida também é motivo de orgulho do elenco. “Já vi ginásios com 9 mil torcedores que não fazem o barulho que os 2,4 mil fazem por aqui”, conta o levantador.





















