Renan Santos ironiza Pablo Marçal após vitória de Lula: "Craque do jogo"
Ironia de Renan Santos ocorre após Pablo Marçal desprezar os votos dos eleitores do Missão, durante entrevista a um podcast

O ex-candidato à Presidência Renan Santos (Missão) ironizou o influenciador e empresário Pablo Marçal (PRTB) após a reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT): “Craque do jogo”. O petista derrotou Flávio Bolsonaro (PL) neste domingo (25/10), em uma virada inédita no 2º turno das eleições
Lula chefiará o Executivo federal pela quarta vez, em um feito inédito na história do Brasil. Desde a redemocratização, nunca um candidato havia revertido a desvantagem do 1º turno para vencer a eleição na etapa final, tabu quebrado após Lula derrotar Flávio.
A postagem de Renan Santos ocorre após Marçal desprezar os votos dos eleitores de Renan Santos durante a transmissão de um podcast em outubro. A declaração ocorreu depois de Renan anunciar neutralidade e indicar que não apoiaria nenhum candidato.
“Você que votou no Renan, fica com esse voto, anula, põe onde você quiser”, disse Marçal, durante o podcast IronTalks
Além do desdém númerico de Renan, que conquistou mais de 2,6 millhões de votos no 1º turno, Marçal atacou diretamente a reputação do ex-candidato e de sua base de apoio.
Ele comparou Renan Santos ao líder nazista Adolf Hitler e chamou a militância e os apoiadores do partido Missão de “moleques esquisitos”.

Com informações do Metrópoles.
RESUMO
Ironia após vitória de Lula: Renan Santos (Missão) chamou Pablo Marçal (PRTB) de “craque do jogo” para ironizá-lo após a vitória reeleitoral de Luiz Inácio Lula da Silva sobre Flávio Bolsonaro (PL) no segundo turno.
Atritos e desdém no primeiro turno: A provocação ocorreu devido a declarações anteriores de Marçal, que havia desprezado os mais de 2,6 milhões de votos de Renan Santos e sugerido que seus eleitores anulassem o voto após o anúncio de neutralidade.
Ataques à reputação e à militância: Durante um podcast, Marçal atacou diretamente Renan, chegando a compará-lo a Adolf Hitler e classificando a militância do partido Missão como “moleques esquisitos”.



