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BTG/Nexus: Lula reage e vira sobre Flávio Bolsonaro no 2º turno

A três semanas da eleição, levantamento mostra petista com 47% contra 46% do senador; aprovação do governo também sobe e chega a 47%

A aprovação do governo Lula também registrou alta, passando de 45% para 47%
A aprovação do governo Lula também registrou alta, passando de 45% para 47% -

Publicado por Julia Sansana

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A três semanas do primeiro turno, uma nova pesquisa BTG/Nexus divulgada nesta segunda-feira (14/9) aponta que o presidente Lula (PT) reagiu e retomou a liderança na simulação de segundo turno contra Flávio Bolsonaro (PL). O petista aparece com 47% das intenções de voto, um aumento de 2 pontos percentuais, enquanto o senador do PL se mantém com 46%.

No cenário estimulado de primeiro turno, Lula cresceu 3 pontos, alcançando 42%, e Flávio Bolsonaro subiu 2 pontos, chegando a 37%. Com isso, a vantagem do presidente oscilou de 4 para 5 pontos. O escritor Augusto Cury (Avante) caiu para 6%, seguido por Ronaldo Caiado (PSD), com 5%.

Renan Santos tem 2% (Missão), enquanto Zema (Novo) e Samara Martins (UP) marcam 1% cada. Brancos e nulos somam 4%, e indecisos são 2%. Os dados indicam que Lula teria 45% dos votos válidos, o que mantém a projeção de um segundo turno em 25 de outubro.

Lula em outros cenários de 2º turno

O presidente também supera os demais adversários em confrontos diretos. Veja os números:

Lula 47% x 41% Ronaldo Caiado

Lula 49% x 39% Zema

Lula 48% x 37% Renan Santos

Lula 45% x 42% Augusto Cury

A rejeição de Lula oscilou de 49% para 48%, enquanto a de Flávio Bolsonaro permaneceu em 50%. O potencial de voto do presidente subiu de 47% para 50%, e o do senador foi de 47% para 48%, intensificando a polarização entre lulismo e bolsonarismo.

Percepção do governo

A aprovação do governo Lula também registrou alta, passando de 45% para 47%, enquanto a desaprovação oscilou de 50% para 49%. A pesquisa investigou a percepção dos eleitores sobre áreas específicas da gestão.

Os entrevistados veem melhora principalmente em renda (41%), bem-estar geral (40%) e educação (40%). Por outro lado, os principais problemas apontados estão na segurança (45% veem piora), poder de compra (43%) e capacidade de poupança (36%). Na saúde pública, há um empate técnico, com 35% indicando melhora e 32%, piora.

A Nexus entrevistou 2.003 pessoas por telefone entre 11 e 13 de setembro. A pesquisa tem nível de confiança de 95%, margem de erro de 2 pontos percentuais e está registrada no TSE sob o número BR-04076/2026.

Com informações do Correio Braziliense

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