TSE forma maioria para rejeitar candidatura de Pablo Marçal à Presidência | aRede
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TSE forma maioria para rejeitar candidatura de Pablo Marçal à Presidência

Relatora Estela Aranha votou pelo indeferimento do registro; outros quatro ministros acompanharam o entendimento nesta sexta-feira (11)

Pablo Marçal (PRTB)
Pablo Marçal (PRTB) -

Publicado por Sara Dalzotto

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O TSE (Tribunal Superior Eleitoral) formou maioria nesta sexta-feira (11) para rejeitar o registro da candidatura de Pablo Marçal (PRTB) à Presidência da República.

O julgamento ocorre no plenário virtual da Corte. A relatora do caso, ministra Estela Aranha, votou pelo indeferimento do registro e foi acompanhada pelos ministros Ricardo Villas Bôas Cueva, Nunes Marques, André Mendonça e Antonio Carlos Ferreira.

Com isso, o tribunal chegou a cinco votos pela rejeição da candidatura. Até o momento, não há divergências. Os ministros Dias Toffoli e Floriano de Azevedo Marques ainda não apresentaram seus votos.

A candidatura de Marçal foi contestada pelo Ministério Público Eleitoral sob o argumento de que ele está inelegível até 2032, em razão de condenação por uso indevido dos meios de comunicação nas eleições de 2024.

Também foi questionada no processo a situação da filiação partidária de Marçal ao PRTB, um dos requisitos para o registro da candidatura.

No início deste mês, Estela Aranha abriu prazo para que o Ministério Público Eleitoral se manifestasse sobre a defesa apresentada por Marçal antes do julgamento do registro. Em 5 de setembro, o MPE reiterou o pedido de indeferimento da candidatura.

“Ante o exposto, requer o Ministério Público Eleitoral a procedência da ação impugnatória, com o consequente indeferimento do registro da candidatura de Pablo Henrique Costa Marçal a presidente da República nas Eleições 2026”, afirmou o órgão.

Com informações da CNN Brasil.

Leia o resumo da notícia

Decisão do TSE: O Tribunal Superior Eleitoral formou maioria de 5 votos a 0 para rejeitar o registro da candidatura de Pablo Marçal (PRTB) à Presidência da República nas Eleições de 2026.

Motivo da Inelegibilidade: O pedido de indeferimento feito pelo Ministério Público Eleitoral baseia-se em uma condenação por uso indevido dos meios de comunicação nas eleições de 2024, mantendo Marçal inelegível até 2032, além de questionamentos sobre sua filiação partidária.

Votação no Plenário Virtual: A relatora Estela Aranha votou contra o registro e foi acompanhada pelos ministros Villas Bôas Cueva, Nunes Marques, André Mendonça e Antonio Carlos Ferreira; restam apenas os votos dos ministros Dias Toffoli e Floriano de Azevedo Marques.

CONTEÚDO DE MARCA

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