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Na Globo, Flávio Bolsonaro volta atrás sobre as urnas: 'Vou respeitar o resultado'

Flávio Bolsonaro (PL) foi o quinto entrevistado da série de sabatinas promovida nesta semana pela emissora, com os jornalistas Renata Vasconcellos e César Tralli

Flávio Bolsonaro (PL) concedeu entrevista à bancada do Jornal Nacional, na Globo
Flávio Bolsonaro (PL) concedeu entrevista à bancada do Jornal Nacional, na Globo -

Publicado por Lucas Veloso

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Flávio Bolsonaro (PL) afirmou que vai respeitar o resultado das urnas, em entrevista ao Jornal Nacional, da rede Globo, na noite desta sexta-feira (28). O senador foi o quinto entrevistado da série de sabatinas promovida nesta semana pela emissora, com os jornalistas Renata Vasconcellos e César Tralli.

Questionado sobre a ocasião em que atacou a credibilidade das urnas eletrônicas, durante uma reunião com diplomatas, em julho, Flávio disse que se equivocou.

“A minha fala foi falando sobre um assunto que tava acontecendo no momento fora do Brasil. Eu sou bem claro ao falar assim: eu não estou questionando as urnas eletrônicas. E realmente eu disse que a empresa que fez as urnas eletrônicas no Brasil era uma empresa venezuelana. Falei errado, ela não fabricou as urnas, ela apenas participou dos processos ao longo do processo eleitoral”, disse Flávio - com informações de NSC Total.

Questionado se vai respeitar o resultado das urnas mesmo se perder, ele disse: “Eu não vou perder essa eleição. E digo mais: vou ganhar no primeiro turno”.

Relação com Daniel Vorcaro

Na entrevista, ele falou sobre sua relação com Daniel Vorcaro e minimizou a falta de prestação de contas do dinheiro do banqueiro dono do Master no filme Dark Horse, sobre a vida de Jair Bolsonaro.

“Além de não ter um centavo de dinheiro público, o patrocinio que foi feito, que a produtora usou para fazer o filme, foi mais do que foi esse patrocínio realizado. Ou seja, o recurso foi todo investido na produção do filme“, disse Flávio.

Homenagem a miliciano Adriano da Nóbrega

Flávio Bolsonaro foi questionado sobre a homenagem que prestou ao miliciano Adriano da Nóbrega, em 2003 e 2005, na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj). O senador respondeu dizendo que Nóbrega “era um policial exemplar”, na época.

Por que empregar a família de um chefe de um grupo de matadores?”, questionou Renata.

“Na época ele não era isso. Na época ele era um policial exemplar que estava preso injustamente. Foi quando eu conheci os familiares dele, a mãe principalmente, que participava de um movimento de defesa, de mães e mulheres de militares. Como sempre foi minha bandeira a defesa dos policiais, os bons policiais, eu achei por bem trazer ela para trabalhar comigo. Trabalhava direitinho sem problema nenhum“, disse Flávio.

Primeiro nome de eventual governo

Flávio também anunciou o médico Claudio Lottenberg, presidente do conselho do Hospital Albert Einstein, em São Paulo, como ministro da Saúde de seu eventual governo.

“Conversei com uma pessoa muito importante, uma pessoa que trabalhou por muito tempo na iniciativa privada, alguém que está pronto para dar sua contribuição na parte da Saúde. Eu quero anunciar o doutor Claudio Lottenberg, que vai ser o meu ministro da Saúde. Uma pessoa preparada, que vai poder botar as melhores práticas do setor privado para o SUS“, disse Flávio.

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