TSE cria conselho para monitorar desinformação e uso de IA nas Eleições | aRede
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TSE cria conselho para monitorar desinformação e uso de IA nas Eleições

A tecnologia ganhou importância no debate eleitoral por causa da produção e divulgação de conteúdos falsos ou manipulados e por isso foi incluída nas atribuições do conselho

O grupo também poderá sugerir parcerias entre a Justiça Eleitoral
O grupo também poderá sugerir parcerias entre a Justiça Eleitoral -

Publicado Por João Iansen

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O TSE (Tribunal Superior Eleitoral) criou nesta sexta-feira (07) um conselho consultivo para acompanhamento de riscos relacionados à desinformação e ao uso indevido de Inteligência Artificial durante o período eleitoral deste ano.

Entre as funções do grupo estão fazer estudos sobre desinformação, acompanhar o uso de Inteligência Artificial e analisar a circulação de conteúdos falsos ou manipulados.

A estrutura do conselho consultivo para monitorar os riscos de desinformação já é adotada desde 2017. Neste ano, porém, a menção explícita à Inteligência Artificial entre os temas que serão acompanhados pelo grupo é novidade.

Segundo o TSE, a tecnologia ganhou importância no debate eleitoral por causa da produção e divulgação de conteúdos falsos ou manipulados e por isso foi incluída nas atribuições do conselho. As informações são da CNN Brasil.

Além desse monitoramento, o grupo também poderá sugerir parcerias entre a Justiça Eleitoral, órgãos públicos, empresas, universidades e organizações da sociedade civil.

Outra função será propor ações educativas para orientar os eleitores sobre como identificar e lidar com informações falsas ou manipuladas.

Os integrantes do Conselho ainda serão definidos pelo presidente do TSE, ministro Kassio Nunes Marques. A participação não será remunerada.

O grupo deverá se reunir uma vez por mês, a partir de agosto. Segundo a portaria, o Conselho funcionará até 31 de dezembro de 2026, mas esse prazo poderá ser prorrogado.

Veja abaixo as funções do conselho:

- Acompanhar casos de desinformação e o uso indevido de Inteligência Artificial;

- Monitorar a manipulação de conteúdos digitais e a divulgação coordenada de informações falsas ou fora de -contexto;

- Sugerir parcerias entre a Justiça Eleitoral, órgãos públicos, empresas, universidades e organizações da sociedade civil;

- Fazer recomendações para prevenir e combater a desinformação nas eleições;

- Realizar estudos sobre o impacto da desinformação no processo eleitoral.

RESUMO

Criação do Conselho: O TSE criou um conselho consultivo para monitorar riscos de desinformação e o uso indevido de Inteligência Artificial nas eleições deste ano, funcionando até o fim de 2026.

Foco Inédito em IA: A estrutura do conselho existe desde 2017, mas a inclusão explícita da Inteligência Artificial é uma novidade, motivada pelo avanço na produção de conteúdos falsos ou manipulados.

Atribuições e Estrutura: O grupo (não remunerado e sob presidência do ministro Kassio Nunes Marques) fará estudos, proporá ações educativas, sugerirá parcerias institucionais e se reunirá mensalmente a partir de agosto.

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