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Quem era empresário morto na BR-376 e qual a relação dele com avião carregado de cocaína

Segundo as investigações, o empresário já havia sido preso e respondia na Justiça pelos crimes de tráfico de drogas e lavagem de dinheiro

Cleber dos Santos, empresário morto a tiros na BR-376, em Tijucas do Sul, respondia na Justiça por tráfico de drogas e lavagem de dinheiro
Cleber dos Santos, empresário morto a tiros na BR-376, em Tijucas do Sul, respondia na Justiça por tráfico de drogas e lavagem de dinheiro -

Publicado por Iolanda Lima

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A morte do empresário Cleber dos Santos, executado a tiros às margens da BR-376, em Tijucas do Sul, na Região Metropolitana de Curitiba, trouxe à tona um histórico de investigações envolvendo tráfico de drogas, lavagem de dinheiro e até a queda de um avião carregado com cocaína. 

Quando foi morto dentro de sua caminhonete, na última quinta-feira (11), Cleber estava com 16 celulares, um drone e uma tornozeleira eletrônica rompida. Para a polícia, ele estava em fuga no momento do crime.

Segundo as investigações, o empresário já havia sido preso e respondia na Justiça pelos crimes de tráfico de drogas e lavagem de dinheiro. A Polícia Civil de São José dos Pinhais apura se o passado criminal de Cleber pode ter relação com a execução. As informações são do Portal Banda B, parceiro do Portal aRede.

Um dos casos que colocaram o nome do empresário no radar das autoridades foi a queda de um avião de pequeno porte em uma área rural do Piauí, em 2015. A aeronave explodiu após cair e, no local, foram encontrados cerca de 30 quilos de cocaína. O piloto morreu no local. Conforme as investigações, Cleber teria sido apontado como o responsável pelo esquema criminoso do transporte da droga.

Empresário morto na BR-376 respondia a crimes em liberdade

As apurações da Polícia Federal também identificaram que uma casa adquirida pelo empresário, nas proximidades do Parque Barigui, em Curitiba, teria sido comprada com dinheiro proveniente do tráfico de drogas. Durante as investigações, agentes encontraram aproximadamente US$ 3 milhões escondidos em uma das paredes do imóvel.

Apesar de ter sido denunciado e preso, Cleber conseguiu o direito de responder aos processos em liberdade após alegar problemas de saúde.

Agora, a Polícia Civil tenta esclarecer se a execução do empresário tem ligação com os crimes investigados no passado. Até o momento, os suspeitos do homicídio seguem foragidos.

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