Após assassinato de colega, taxistas se reúnem para protestar | aRede
PUBLICIDADE

Após assassinato de colega, taxistas se reúnem para protestar

Imagem ilustrativa da imagem Após assassinato de colega, taxistas se reúnem para protestar
-

A Rede

@Siga-me
Google Notícias facebook twitter twitter telegram whatsapp email

Cerca de 300 taxistas se reuniram na Praça Eufrásio Correia, no Centro de Curitiba, para protestar contra a falta de segurança. Na madrugada de hoje (18), um jovem taxista Wuiliam Felipe Cardoso, 23 anos, foi morto com diversos golpes de faca durante um assalto no bairro Sítio Cercado. Ele tinha sido vítima de outro roubo na noite de sexta-feira (16). Colegas de profissão alegam que, por dia, há pelo menos um registro de assalto à mão armada. Esses dados não foram confirmados pela Polícia Militar (PM). As informações são da Rádio Banda B.

O ponto de encontro aconteceu em frente à Câmara Municipal de Curitiba, por volta das 15h45. Após um buzinaço, eles seguiram em carreata até a Divisão de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) e também à Urbs, na Rodoviária de Curitiba. Segundo os organizadores, o grupo ainda faria um protesto no local do crime, no bairro Sítio Cercado, para então seguir em uma carreata silenciosa até o Cemitério Vertical, onde o corpo do jovem será enterrado. Há viaturas da Secretaria de Trânsito (Setran) fazendo as mediações nas ruas.

O taxista Dicson Brian, que participa da organização do protesto, diz que a classe está de luto e vai se unir para ter mais segurança nas ruas. “Estamos revoltados com a falta de segurança, a falta de respeito, porque a gente não tem nada de bom em contrapartida, só pagamos, pagamos, somos fiscalizados e não temos nada, nem policiamento, nem nada”, desabafa. Para ele, o órgãos públicos estão com métodos engessados. “Precisamos de alternativas porque essas que existem não estão funcionando”, alega.

Outro colega de profissão disse que há registros de assaltos todos os dias. “Pelo menos um carro nosso é assaltado todos os dias. A Urbs tem que montar um rastreamento, ou ter botão do pânico para que seja acionado”, acredita um dos manifestantes.

Para esta segunda-feira (19), a categoria promete se unir aos guardas municipais e fazer um protesto em frente à Prefeitura de Curitiba, às 8 horas.

PUBLICIDADE

Conteúdo de marca

Quero divulgar right