Sanchez Neto lança Segunda Pátria em Curitiba

O romance histórico A Segunda Pátria (Editora Intrínseca) de Miguel Sanchez Neto tem lançamento, nesta quarta-feira (9), às 19h30, nas Livrarias Curitiba, no Shopping Palladium (Av. Presidente Kennedy, 4121, Portão) - Curitiba (PR). A solenidade do novo lançamento de Sanchez registra momentos de bate-papo e autógrafos. O que aconteceria se Getúlio Vargas tivesse declarado seu apoio aos nazistas e não aos Aliados durante a Segunda Guerra Mundial?
Esta é a questão que o autor propõe no cenário alternativo criado, ou seja, o país se alinha com o Eixo e, como parte do acordo, o que se estabelece é que os estados do sul, com grande presença de descendentes de alemães, podem pôr em prática os princípios do nazismo, como o racismo, o antissemitismo e a eugenia. Autor de seis romances, além de livros infanto-juvenis, contos e ensaios, o professor da UEPG e escritor paranaense, diz que “a escrita de um romance histórico é uma oportunidade para se ler obras que não leríamos em outras circunstâncias”.
Em Blumenau, à medida que a saudação Heil Hitler se torna corriqueira, o engenheiro Adolpho Ventura convive atônito com o progressivo cerceamento de sua liberdade. Seu crime é ser negro e pai de uma criança mestiça. Na mesma cidade, desenrola-se a trajetória de Hertha, jovem sedutora que encarna todos os predicados da superioridade ariana. A ela é confiada uma misteriosa missão. Com violência e sensualidade, Miguel Sanches Neto revela uma paixão proibida, enquanto subverte os fatos para criar um Brasil que não está nos livros de história, mas nem por isso deixa de ser assustadoramente plausível.
Romance Poderoso
A caminhada rumo ao romance começou, quando em 1º de março de 2012, Miguel Sanchez foi procurado pela Editora Intrínseca. Naquele dia, a proposta da editora era o contrato para que escrevesse um romance com cenário na Era Vargas. Marcando em datas a sequencia de fatos até a concretização de A Segunda Pátria como “A Biografia de um livro: os vários começos”, Miguel Sanchez recorda que, em 17 de maio de 2012, o novo romance começava a andar. Volta no tempo e diz: “Lentamente ainda, embora eu goste de começos acelerados, com muito entusiasmo”.
O lançamento de A Segunda Pátria traz apreciações positivas que se somam a de outras obras de Sanchez Neto, a exemplo de Chove sobre minha infância (Editora Record) e Um amor anarquista (Saraiva). Dennison de Oliveira, do Caderno Aliás, Estadão, define o romance histórico de Miguel como “uma trama maravilhosa, fascinante e assustadora”. Trata-se de um romance poderoso assinala Luís Antônio Giron, do Valor Econômico; enquanto Angiele Maros, da Gazeta do Povo, descreve o livro como um prazeroso relato de guerra, repugnância e amor.
Informações da assessoria.





















