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Menino morto no RS foi dopado antes de injeção letal

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Gabriel Sartini

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O menino Bernardo Uglione Boldrini, 11 anos, teria sido dopado antes de receber uma injeção letal. O corpo do garoto foi encontrado em uma mata na noite de segunda-feira (14), depois de 10 dias de desaparecimento. A assistente social Edelvânia Wirganovicz, amiga da madrasta do garoto, contou os detalhes do crime e confessou que teria ajudado no assassinato. Os detalhes foram publicados nesta quarta-feira (16) pelo jornal Zero Hora.

A investigação da polícia aponta que o homicídio foi planejado pela madrasta de Bernardo, a enfermeira Graciele Ugolini, com a ajuda de Edelvânia. As duas foram presas ainda na noite de segunda-feira junto com o pai da criança, o médico Leandro Boldrini.

Segundo o Zero Hora, Edelvânia afirmou que elas usaram barbitúricos para dopar o menino, mas não soube informar qual a substância contida na injeção letal, que foi preparada pela madrasta do garoto. A família morava em Três Passos (RS), mas o corpo do garoto foi localizado em Frederecio Westphalen. Além das duas suspeitas presas, estaria no carro que levou o menino até a cidade vizinha a filha de um ano e três meses que Graciele tem com Leandro.

De acordo com o jornal gaúcho, Edelvânia contou que foi com Graciele até a o município no dia 4, com a desculpa de comprar uma TV para o garoto. Ao chegar à casa da assistente social, as mulheres ‘batizaram’ o suco do menino com soníferos. A madrasta teria aplicado a injeção letal. Edelvânia é a única até agora que colaborou com a Polícia Civil. Foi ela quem indicou aos policiais o lugar onde enterraram o menino.

Segundo informações do portal R7, o garoto teria procurado o Ministério Público no início deste ano para denunciar maus tratos sofridos pelo pai e madrasta. Uma audiência foi marcada para discutir o caso e decidir se o menino poderia morar com a avó materna, conforme havia pedido ao MP. Durante a audiência, segundo o R7, o pai pediu uma segunda chance, e Bernardo aceitou voltar para casa.

A criança morava com o pai desde 2010, ano em que a mãe cometeu suicídio. Alguns meses depois, a madrasta foi morar com a família. Ainda de acordo com a Rede Record, a polícia pretende reabrir o inquérito da morte da mãe de Bernardo. Segundo as informações, ela morreu no mesmo dia em que consultou em uma clínica onde Graciele trabalhava.

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